Morre jornalista Caíque Verli, da TV Gazeta, aos 33 anos

Principal hipótese é de que repórter teria passado por crise convulsiva sozinho em casa.

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
23 de Julho de 2026 - 15:45
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Legenda: Caíque Verli foi encontrado morto nesta quinta-feira (23), na residência onde morava, em Vitória.
Foto: Reprodução/Redes Sociais.

O repórter Caíque Verli, de 33 anos, foi encontrado morto no apartamento onde morava, em Vitória, no Espírito Santo, na manhã desta quinta-feira (23). A confirmação do falecimento foi dada pelo jornal "Gazeta Meio", da TV Gazeta, empresa na qual o jornalista trabalhava atualmente.

Segundo o telejornal, a morte teria ocorrido por causas naturais, com a suspeita de que o repórter tenha passado por uma crise convulsiva enquanto estava sozinho. Caíque já tinha apresentado o mesmo problema de saúde em outras ocasiões.

Imagens das câmeras de segurança do prédio em que ele morava mostraram Caíque chegando em casa por volta das 15h da quarta-feira (22). Colegas de trabalho dele foram ao imóvel para procurá-lo e já o encontraram sem vida.

O caso foi registrado como encontro de cadáver e encaminhado ao Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), em Vitória.

Colegas lamentam falecimento

Órgãos públicos e outros colegas de profissão lamentaram o falecimento. "Manifestamos solidariedade e respeito nesse momento de dor, desejando que Deus conforte colegas de profissão, familiares e amigos", destacou a Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo (PRF), lembrando da cobertura do repórter como profissional.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) de Santa Catarina também lamentou o falecimento, apontando que o jornalista era conhecido pelo compromisso e pela responsabilidade social.

"Neste momento de consternação, a Sesa se solidariza com os familiares, amigos e colegas da Rede Gazeta, desejando força e serenidade para enfrentar esta irreparável perda", declarou a pasta. 

Enquanto isso, outros colegas de trabalho de Caíque se manifestaram sobre o falecimento. Bruno Dalvi, editor-chefe da TV Gazeta, afirmou que a memória dele será lembrada.

"Hoje é um dia difícil para nós, da redação, mas vamos honrar a memória dele da forma que ele mais acreditava: fazendo jornalismo! Caique era repórter, e um repórter tem a nobre missão de informar. É isso que faremos, ainda que com o coração partido, com o mesmo compromisso que ele sempre teve", disse.

Nos últimos dias, a morte de outro jornalista repercutiu nas redes sociais e mobilizou homenagens nas redes sociais. Francisco de Assis Ripol Clemente, conhecido como "Chico Santo", de 46 anos, foi encontrado morto no Lago de Genebra, na Suíça, no dia 18 de julho. 

O paulistano passou por diversos veículos, como a TV Globo, GloboNews, SporTV, Terra, Jornal do Brasil, e Jovem Pan. 

Crise convulsiva é investigada

Segundo a Polícia Civil do Espírito Santo, a principal hipótese está ligada ao fato de que o repórter tinha histórico de crises convulsivas. Nos últimos meses, ele havia iniciado um tratamento, além de ter tomado medicamentos para controlar os episódios.

Outra informação é de que, recentemente, ele passou por exames mais elaborados para tentar descobrir as causas do quadro de saúde

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