Rogério Marinho é oficializado candidato ao Senado pelo PL

Há outros dois nomes da disputa: Tereza Cristina (PP-MS) e Davi Alcolumbre (União-AP).

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
04 de Novembro de 2026 - 15:37
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Legenda: Rogério Marinho coordenou a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado na disputa pela presidência da República nas Eleições 2026.
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil.

O senador Rogério Marinho (PL-RN) é mais uma vez candidato à presidência da Casa Alta do Congresso Nacional. A candidatura do parlamentar ao Senado Federal foi oficializada pelo Partido Liberal, nesta quarta-feira (4).

Em janeiro de 2023, na véspera da posse de senadores e eleição do novo comando, Rogério Marinho estava na disputa pelo posto, sendo o candidato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 

Ele concorreu com Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e o cearense Eduardo Girão (Podemos).

Rogério Marinho coordenou a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado na disputa pela presidência da República nas Eleições 2026. O nome do parlamentar foi escolhido após reunião com nomes da sigla.

Há outros dois nomes da disputa: Tereza Cristina (PP-MS) e Davi Alcolumbre (União-AP). A senadora faz parte da oposição e preocupa os parlamentares do grupo, já que a candidatura pode separar os votos e favorecer Alcolumbre, que tenta a recondução.

Sobre Tereza, Marinho tenta um acordo, segundo a CNN Brasil: "A senadora Tereza é nossa parceira, está do mesmo lado, comungamos das mesmas bandeiras, dos mesmo propósitos. E, juntos, faremos o possível para derrotar o atual presidente, senador Davi Alcolumbre".

Quem é Rogério Marinho?

Rogério Marinho foi ministro do Desenvolvimento Regional do ex-presidente Bolsonaro. Também foi secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. O senador é economista e professor. 

Iniciou o currículo no Congresso pela Câmara dos Deputados, onde legislou por três mandatos. Foi eleito ao Senado em 2022, na onda bolsonarista.

"Caso o presidente da República mande projetos relevantes e importantes para o Senado, eu não vou fazer o papel de obstruir. Não é o meu papel. Serei um presidente que vai levar em consideração sempre o bom funcionamento da Casa", disse, à época.

Em 2023, a Justiça do Rio Grande do Norte condenou o senador à perda do mandato por suposto esquema de contratação de funcionários fantasmas na Câmara Municipal de Natal (CMN) entre os anos 2004 e 2007. Cabia recurso à sentença.

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