Técnica do Samu é agredida por paciente durante atendimento no Conjunto Palmeiras, em Fortaleza

Imagens dos ferimentos leves, causados na última quarta (24), foram registradas pela profissional.

Escrito por Mylena Gadelha mylena.gadelha@svm.com.br
25 de Junho de 2026 - 11:52 (Atualizado às 14:10)
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Legenda: Após agressões, caso foi registrado no 30º Distrito Policial, em Fortaleza.
Foto: Reprodução.

Uma técnica do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foi vítima de agressão na última quarta-feira (24), no bairro Conjunto Palmeiras, enquanto prestava atendimento a um paciente. Informações do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Ceará (Sindsaúde-CE), que confirmou o caso, apontam que a mulher teria sido puxada para fora da ambulância e sofreu escoriações nas mãos.

O caso teria se iniciado após a equipe ser acionada para uma ocorrência no bairro. Já no local do atendimento, a profissional teria constatado que não havia necessidade de remoção do paciente. A situação, no entanto, teria levado o homem a agir de forma violenta.

Em meio à ação, o homem chegou a puxar a técnica de enfermagem de dentro da ambulância, agredindo-a fisicamente. Imagens do caso mostram as lesões leves deixadas pelo ocorrido, como marcas de arranhões e pequenos machucados nas mãos da técnica.

Boletim de ocorrência registrado após agressões

Segundo o Sindisaúde, a mulher foi encaminhada para o Instituto Médico Legal (IML), onde realizou exame de corpo de delito. Além disso, um Boletim de Ocorrência sobre o caso foi registrado no 30º Distrito Policial.

O homem responsável pelas agressões não teve a identidade divulgada até o momento. Na delegacia, ele assinou um termo circunstanciado de ocorrência (TCO) por lesão corporal.

Em nota oficial, o SindSaúde lamentou as agressões, ressaltando a gravidade da escalada de violência contra profissionais de saúde em todo o Brasil.

"A situação é ainda mais preocupante quando se observa que as mulheres, maioria em diversas categorias da saúde, têm sido vítimas frequentes de agressões físicas, verbais e psicológicas durante o exercício de suas atividades profissionais", apontou o sindicato, que também cobrou "a devida responsabilização do agressor".

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