Mulher morta após ser lançada sem corda em rope jump tinha pulsação após queda

Segundo uma profissional de saúde que participou do atendimento, Maria Eduarda ainda tinha sinais vitais e chegou a ‘conversar com ela’.

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Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 14:08)
Foto do momento da queda da jovem morta após ser lançada sem corda em rope jump.
Legenda: Os três homens foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual.
Foto: Reprodução/Redes sociais.

A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morta após ser lançada de uma ponte, sem a corda de segurança, durante um salto de rope jump, ainda tinha pulsação após a queda. A informação é do O Globo.

Segundo uma profissional de saúde que participou do atendimento, Maria Eduarda ainda tinha sinais vitais e chegou a ‘conversar com ela’. O caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio com dolo eventual.

“Vi que ela estava com uma respiração ofegante e olhei a pupila dela, que infelizmente estava dilatada, as duas. Vi pulsação, estava bem fraca, mas ela ainda tinha pulsação — afirmou”, relatou a enfermeira Rayza Dias, à TV Record.

Sobre a conversa, a profissional disse: “Ainda conversei com ela. Tenho mania de brincar e falar: ‘ninguém morre no meu plantão’. E ainda falei para ela: ‘Duda, ninguém morre no meu plantão’, mesmo que eu não estivesse de plantão ali”.

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INSTRUTORES PRESOS

Os três homens presos em flagrante por homicídio com dolo eventual prestaram depoimento sobre a morte de Maria Eduarda. No entanto, nenhum deles soube explicar a falha. 

O caso foi registrado na manhã de sábado (13) na Ponte do Esqueleto. A estrutura está localizada na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, no Interior de São Paulo. 

Os suspeitos foram identificados como Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos; Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos; e Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos. As informações são do g1.

Depoimento dos três para a Polícia Civil

Conforme a delegada responsável pelo caso, Andréa Dantas, eles pareciam estar desnorteados e não sabiam dizer o que aconteceu antes da queda. 

"Eles não conseguem se recordar qual foi a falha ali, quem teria que ter colocado a corda, se não houve a fiscalização. Não conseguem se recordar", compartilha Dantas.

Os três possuem muita experiência com saltos de rope jumping e destacaram que nunca tinham passado por nenhuma situação parecida. 

Inclusive, o salto de Maria Eduarda não tinha sido o primeiro do dia. "Eles estão até desnorteados com a situação porque praticam isso há muito tempo e nunca tinha acontecido nada do tipo", disse a delegada.