'A senhora não pode mexer nela': 'Caso Clarissa' é tema da nova edição da 'Arquivo Criminal'

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Escrito por Emanoela Campelo de Melo emanoela.campelo@svm.com.br
22 de Outubro de 2026 - 07:00
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Legenda: O julgamento durou dois dias.
Foto: Fabiane de Paula

A newsletter 'Arquivo Criminal' chega a segunda edição. Nesta semana, a repórter de Segurança do Diário do Nordeste, Emanoela Campelo de Melo, conta os bastidores do júri de um dos feminicídios de maior repercussão no Ceará nos últimos anos.

O feminicídio da enfermeira Clarissa Costa Gomes, assassinada com dezenas de facadas no corpo, estampou manchetes e revelou, mais uma vez, a crueldade por trás do machismo de um homem que não soube lidar com o provável fim do relacionamento.

Clarissa sequer chegou a terminar o namoro com Matheus Anthony Lima Martins Queiroz, mas, conforme o próprio acusado, enquanto eles discutiam, por acreditar que ela colocaria fim na relação, ele foi até a cozinha, abriu a geladeira, encontrou uma faca e desferiu os golpes contra a jovem.

CONFISSÃO EM JUÍZO

O Diário do Nordeste acompanha o 'Caso Clarissa' desde o dia da tragédia, em 2025. Já neste ano, Matheus sentou no banco dos réus, confessou o crime e foi condenado a 31 anos de prisão.

A newsletter 'Arquivo Criminal' desta semana traz detalhes sobre a cobertura deste julgamento.

Nesta edição, o leitor cadastrado para receber o material gratuitamente poderá conferir o que disse cada uma das testemunhas, o que disse a mãe da Clarissa ao encontrar a filha morta, e a confissão de Matheus no dia do julgamento.

Se você se interessa em saber o que está por trás das manchetes acerca dos crimes de repercussão, a 'Arquivo Criminal' é para você.

 

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