Voo de Flávio Bolsonaro e família deixa Equador com destino a Miami, nos EUA

Previsão de chegada nos Estados Unidos é para as 10h40, no horário de Brasília.

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
28 de Outubro de 2026 - 07:40 (Atualizado às 07:47)
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Legenda: Flávio Bolsonaro deixou Brasil com a esposa e as duas filhas.
Foto: Pablo Porciuncula / AFP.

O senador Flávio Bolsonaro (PL), a esposa e as duas filhas saíram da Argentina às 6h22, no horário de Brasília, fizeram breve escala no Equador e devem seguir até Miami, nos Estados Unidos, com previsão de chegada às 10h40 desta quarta (28). As informações são do g1.

A viagem está sendo feita em uma aeronave LV-JQW, jatinho particular Gulfstream G400, que saiu de Puerto Iguazú, na Argentina, e fez escala em Guayaquil, no Equador, para seguir aos EUA. Segundo o site de monitoramento aéreo FlightAware, o espaço aéreo brasileiro não foi sobrevoado. 

Relembre cronologia da fuga

Desde a manhã de ontem (27), informações de veículos internacionais davam conta que o candidato derrotado à Presidência no 2º turno das eleições de 2026 teria deixado o País, mesmo após ter sido intimado a entregar os passaportes à Polícia Federal na segunda (26).

Já na terça (27),  a PF cancelou o documento após o senador descumprir a decisão judicial que determinou a entrega do documento até a manhã daquele dia. No mesmo dia, a agência Reuters afirmou que duas fontes ligadas a Flávio confirmaram que ele estaria indo para os EUA.

Um alto funcionário do Departamento de Estado do país, comandado pelo aliado Donald Trump, informou ainda ontem (27) que vistos para Flávio Bolsonaro e família iriam ser emitidos para permitir a entrada no território estadunidense. 

PF diz que já havia alertado STF sobre risco de Flávio Bolsonaro deixar o País

A Polícia Federal havia apontado ao Supremo Tribunal Federal (STF) a possibilidade do parlamentar sair do Brasil após o 2º turno ao pedir a apreensão do passaporte dele

Segundo o pedido, havia riscos “concretos e atuais” de Flávio deixar o Brasil: a solicitação de Eduardo Bolsonaro para que o irmão também fosse para os Estados Unidos; o poder econômico de Flávio; e a existência de estruturas no País para recebê-lo.

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