Será encerrado, nesta sexta-feira (28), o prazo para candidatos que não compareceram ao Encceja 2026, no último domingo (23), poderem solicitar a reaplicação do exame.
Só poderão realizar esta etapa aqueles afetados por problemas logísticos ou por doenças infectocontagiosas na semana anterior à prova. Essas informações precisarão ser comprovada na Página do Participante, onde a solicitação é feita.
Os pedidos serão analisados individualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Cada um deverá ser acompanhado das informações e, quando for o caso, da documentação comprobatória exigida para cada situação.
Quando a reaplicação vai acontecer?
Conforme o Ministério da Educação (MEC), a reaplicação do Encceja 2026 será realizada em duas datas:
- 6 de outubro (ensino fundamental);
- 7 de outubro (ensino médio).
O que levar no dia da prova?
Além da caneta esferográfica de tinta preta, em material transparente, os candidatos também precisam apresentar um dos seguintes documentos:
- Cédula de Identidade (RG) emitida por Secretarias de Segurança Pública, Forças Armadas, Polícia Militar ou Polícia Federal;
- Documento de identidade expedido por ordens ou conselhos de classe com validade legal;
- Passaporte;
- Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
- Carteira de Trabalho e Previdência Social (emitida a partir de 27 de janeiro de 1997);
- Documentos digitais com foto (e-Título, CNH Digital, RG Digital ou CIN Digital) acessados em aplicativos oficiais.
Regras para estrangeiros
No caso dos participantes estrangeiros, é preciso levar:
- Passaporte;
- Identidade emitida pelo Ministério da Justiça (inclusive para refugiados);
- Carteira de Registro Nacional Migratório (CRNM);
- Documento Provisório de Registro Nacional Migratório (DPRNM);
- Documento de identidade civil ou equivalente emitido por países do Mercosul ou associados;
- Documentos digitais com foto (CRNM ou DPRNM) acessados pelo aplicativo Carteira Digital do Migrante.
Saiba o que é o Encceja
O Encceja é realizado pelo Inep desde 2002 de forma voluntária e gratuita, destinado aos que não concluíram os estudos na idade apropriada. Ele é usado como parâmetro de certificação, tornando-se balizador na implementação de políticas de melhoria para a educação de jovens e adultos.