Matheus Cunha se esquiva sobre favoritismo contra a Noruega e comenta duelo com Haaland

Seleção Brasileira enfrenta a Noruega no domingo, pelas Oitavas de Final da Copa do Mundo 2026

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
03 de Julho de 2026 - 22:08 (Atualizado às 22:15)
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Legenda: Matheus Cunha é o camisa 9 da Seleção Brasileira e comentou enfrentar o artilheiro da Noruega, Haaland
Foto: Rafael Ribeiro / CBF
Um oferecimento de:

Matheus Cunha concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira (3), nos Estados Unidos e comentou o confronto com a Noruega, em jogo pelas Oitavas de Final da Copa do Mundo, que acontece no domingo.

Ele se esquivou sobre favoritismo da Seleção Brasileira:

“Vejo que, com todo respeito, favoritismo não entra em campo. Por mais que alguns tenham seus pensamentos e confiança nos companheiros, isso não ajuda durante os 90 minutos. Tudo pode acontecer. O que nos ajuda é a confiança em nós mesmos, a confiança que cresce depois dos gols e também a confiança transmitida pelos companheiros. Isso acaba virando uma bola de neve, e esperamos evoluir cada vez mais”, explicou.

Para Matheus Cunha, a Seleção Brasileira deve se atentar à força do setor ofensivo do time europeu, que tem destaques individuais como o meio-campista Martin Odegaard, do Arsenal, e Erling Haaland, do Manchester City, adversários de Matheus Cunha pelo Manchester United na Premier League.

Matheus Cunha em entrevista coletiva pela Seleção no hotel The Ridge, em Nova Jersey
Legenda: Matheus Cunha em entrevista coletiva pela Seleção no hotel The Ridge, em Nova Jersey
Foto: Créditos: Nelson Terme/CBF

Haaland

“O ataque é muito, muito forte. Tem tantos jogadores que a gente conhece, e joguei contra eles pelo Manchester. Mas temos que estar muito focados não só neles, mas em vários jogadores muito fortes da seleção norueguesa”, alertou.

Ele comentou também sobre o encontro com o artilheiro Haaland.

“Já enfrentei o Haaland algumas vezes (...), temos uma relação bacana, mas estamos acostumados a enfrentar muitos jogadores desse nível ao longo da temporada. Também enfrentei o Haaland quando joguei na Alemanha”, destacou.


Versatilidade

“Tenho funções importantes até para potencializar os companheiros. Se todo mundo for protagonista o tempo todo, como nos clubes, vai faltar o principal. Feliz de demonstrar com os gols, mas também com outras funções importantes na equipe”, pontuou.

Vice-artilheiro do Brasil na Copa do Mundo com três gols, Cunha continuou comentando sobre suas variações táticas dentro de campo. O camisa 9 afirmou que suas funções vão de acordo com as necessidades de cada jogo.

“Em muitos momentos eu estou de 9 e tenho que estar flutuando como o ponta do losango ou como um meia de criação, e finalizando como 9. De acordo com os jogos, a comissão dar funções diferentes aos atletas é muito comum. Nesse jogo (contra o Japão), o plano principal para mim era flutuar mais, tentar criar mais jogadas, encontramos dois planos muito compactos”, acrescentou.

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