Uma nova reunião realizada nesta sexta-feira (25) estabeleceu novidades ao Ferroviário. O presidente do Ferroviário Associação, Rodger Raniere, esteve com o CEO da SAF, Pedro Roxo, e estabeleceu condições para não romper com o Grupo Makes, que está à frente da SAF coral.
Para a reunião acontecer, a parte associativa solicitou o depósito de R$ 300 mil antecipadamente, para pagar parte de dívidas existentes. Este valor já foi depositado pelos portugueses.
No encontro, o presidente coral fez outras exigências para a manutenção do projeto, como reforma na Vila Olímpica Elzir Cabral, sede do Ferroviário; contratação imediata de um executivo de futebol, para comandar a principal pasta do clube; pagamento integral das dívidas de maneira imediata, além da estruturação da SAF, com montagem de departamentos (jurídico, financeiro, administrativo e etc.).
As informações foram publicadas inicialmente pelo canal "Nas Barbas do Tubarão" e confirmadas pelo Diário do Nordeste.
Pedro Roxo ouviu as reivindicações e solicitou que as exigências sejam documentadas para repassar ao Grupo Makes. Ficou combinado que uma resposta será dada até a primeira semana de outubro.
O posicionamento do Ferroviário Associação é de que, caso as demandas não sejam atendidas, o clube seguirá adiante com a solicitação do distrato. Após as reivindicações, a decisão, portanto, está com o Grupo Makes.
ENTENDA O CASO
O Ferroviário tem vivido um 2026 de relação turbulenta entre SAF e Associação. Após muitas divergências, em agosto, uma assembleia realizada pelo Conselho Deliberativo do clube autorizou pedido de rompimento do Ferroviário com o grupo português Makes, responsável por comandar a SAF do clube.
Agora, o diálogo foi intensificado para se tentar chegar a um consenso sem que haja necessidade de rompimento. O futuro, porém, segue incerto.