A região do Cariri já havia sido abalada, no dia 19 de outubro de 1993, com o seqüestro da estudante Viviane Norões Tavares, filha do empresário Dedé Tavares. A garota, que na época tinha 13 anos, foi levada por uma quadrilha que rendeu o motorista da família, quando ele a levava para o colégio junto com a irmã, no bairro Lagoa Seca. Somente Viviane foi levada pelo grupo de seqüestradores, que no dia seguinte abandonaram a camioneta D-20 que a adolescente estava e, após alguns dias de silêncio, exigiram US$ 1 milhão como resgate.
As negociações com a quadrilha foram tensas, pois o grupo ligava para o pai da menina e fazia uma série de ameaças. Após 41 dias de cativeiro em um sítio localizado no Município de Catolé do Rocha (Paraíba), Viviane foi liberada pelo bando. A Polícia cearense passou a fazer uma série de investigações e descobriu que os irmãos Fernando, Sebastião, Joceli e Aloísio Soares Simplício tinham sido os autores do seqüestro da estudante. Após um ano e 15 dias de investigações comandadas pelo delegado Francisco Carlos de Araújo Crisóstomo, o bando foi localizado e preso.
As negociações com a quadrilha foram tensas, pois o grupo ligava para o pai da menina e fazia uma série de ameaças. Após 41 dias de cativeiro em um sítio localizado no Município de Catolé do Rocha (Paraíba), Viviane foi liberada pelo bando. A Polícia cearense passou a fazer uma série de investigações e descobriu que os irmãos Fernando, Sebastião, Joceli e Aloísio Soares Simplício tinham sido os autores do seqüestro da estudante. Após um ano e 15 dias de investigações comandadas pelo delegado Francisco Carlos de Araújo Crisóstomo, o bando foi localizado e preso.