Receita Federal paga o 4º lote de restituição do IR nesta segunda-feira (31); veja como fazer

É o último lote de pagamentos; ao todo, serão pagas 521.935 restituições.

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
31 de Agosto de 2026 - 09:08 (Atualizado às 09:24)
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Legenda: Além do meio convencional, Receita Federal disponibiliza aplicativo para tablets e smartphones para consulta.
Foto: Regi Cris/Shutterstock.

O pagamento do quarto e último lote da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) acontece nesta segunda-feira (31), conforme informado pela Receita Federal.

Serão pagas, ao todo, 521.935 restituições. A soma de todas as quantias totaliza R$ 1.238.013.251,34. Segundo o g1, o lote contempla também restituições residuais de exercícios anteriores.

A seguir, você confere o calendário da restituição do IR:

  • 1º lote: 29 de maio
  • 2º lote: 30 de junho
  • 3º lote: 31 de julho
  • 4º lote: 31 de agosto

A consulta para quem deseja saber se vai receber a restituição neste lote é fácil. Acontece por meio da página da Receita na internet

Basta clicar na opção "Meu Imposto de Renda" e, em seguida, em "Consultar a Restituição". Na página, há orientações e os canais de prestação do serviço. Caso o contribuinte identifique alguma pendência na declaração, pode retificá-la, corrigindo as informações.

Quem deve receber o 4º lote

Abaixo, você confere a lista de quem deve receber este último e quarto lote do IR:

  • 16.850 das restituições são destinadas a idosos acima de 80 anos;
  • 86.873 a idosos entre 60 e 79 anos;
  • 26.769 a contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
  • 338.912 a contribuintes que receberam prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida e/ou optarem pelo recebimento via PIX;
  • 9.029 a pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave;
  • 43.502 a contribuintes sem prioridade.

Consulta para quem deseja saber se vai receber a restituição acontece por meio da página da Receita na internet.
Legenda: Consulta para quem deseja saber se vai receber a restituição acontece por meio da página da Receita na internet.
Foto: Rafastockbr/Shutterstock.

Além do meio convencional, a Receita Federal disponibiliza aplicativo para tablets e smartphones para consulta diretamente nas bases da Receita  com informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Erro em dados bancários impedem pagamento

Importante destacar que rotinas de segurança da Receita impedem o pagamento caso ocorra erro nos dados bancários informados ou algum problema na conta de destino.

Neste caso, de acordo com o g1, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores pelo Portal BB, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones:

  • 4004-0001 (capitais)
  • 0800-729-0001 (demais localidades)
  • 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos)

Na ocasião, o contribuinte deve informar o valor da restituição e o número do recibo da declaração. Depois, é só aguardar a nova tentativa de crédito. 

Caso o contribuinte não resgate a restituição dentro do prazo, precisará fazer um requerimento pelo Portal e-CAC.

Como saber se caiu na malha fina

O processo também permite saber se há alguma pendência na declaração que impeça o pagamento da restituição, ou seja, se o contribuinte caiu na chamada "malha fina".

Para saber a situação da própria declaração do IR, o trabalhador deve buscar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) da Receita Federal na internet.

O acesso se dá mediante o uso da conta gov.br, nos níveis prata ou ouro; na sequência, deve-se procurar, no serviço, por "declarações e demonstrativos". Por fim, buscar a aba "Meu Imposto de Renda", e consultar a declaração de 2026.

O Fisco informará se a declaração foi processada (situação regular) ou se há pendências (malha fina).

No caso de haver pendência, isso quer dizer que a declaração caiu na malha fina do leão, ou seja, foi retida por conta de divergências de dados com aqueles que o Fisco possui sobre o contribuinte.

Nesse caso, a inconsistência pode ser resultado de uma informação errada informada pelo próprio contribuinte, pela empresa na qual trabalha (fonte pagadora) ou até mesmo por terceiros (prestadores de serviços).

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