O streamer Adalton Rodrigues Junior, conhecido como Lodk, teve o dedo anelar amputado ao tentar invadir área restrita no Rock in Rio. O acidente ocorreu na madrugada de sábado (5), quando o influenciador realizava uma transmissão ao vivo para os seguidores.
Segundo Lodk, o objetivo seria buscar possíveis falhas na segurança do evento. "A gente tinha o ingresso caso a gente fosse pego pelo segurança. O conteúdo era mostrar que tem falhas", contou nas redes sociais.
No entanto, o streamer perdeu seu dedo anelar da mão direita após seu anel ficar preso em uma das grades no evento. Como mostram as imagens, o influenciador não percebeu a gravidade do acidente no momento e foi alertado por seu amigo, que viu o membro preso na estrutura.
Após o ocorrido, Lodk foi levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, onde passou por uma cirurgia e recebeu alta na segunda-feira (7).
Em vídeo publicado nas redes sociais, o influenciador brincou com a situação e afirmou que leiloará membro: "Final do dia eu vou tá leiloando meu dedo pra vocês, já que é o primeiro dedo amputado ao vivo no mundo durante uma live".
Em nota, o Rock in Rio lamentou o acidente e alertou para os perigos de tentar invadir áreas restritas da Cidade do Rock.
Veja a íntegra da nota do Rock in Rio:
"O Rock in Rio lamenta profundamente o ocorrido e ressalta o quanto é perigoso tentativas de invasão pulando grades ou cometendo outras ações arriscadas para entrar no festival de forma irregular e por áreas não autorizadas. A organização do festival esclarece que o local por onde ele entrou faz parte do perímetro da Cidade do Rock, mas fora do raio de acesso legal ao festival. Esse local conta com câmeras de monitoramento, tem acessos restritos e só entram pessoas autorizadas e com credenciais.
O Rock in Rio reitera que para garantir a segurança do festival conta com mais de 2 mil vigilantes especializados dedicados em tempo integral à segurança do festival.
Um Centro de Controle Operacional instalado dentro do Parque Olímpico controla 152 câmeras de monitoramento, tem sistema de Inteligência Artificial em 40 câmeras instaladas em pontos estratégicos, com capacidade de controlar a contagem de pessoas em tempo real, fazer classificação demográfica por gênero e faixa etária, monitorar o fluxo e a permanência do público por meio de mapa de calor, detectar objetos abandonados suspeitos, realizar o monitoramento para reforçar a proteção perimetral com identificação de acessos e invasões em áreas restritas e realizar detecção de loitering (permanência prolongada fora do padrão definido).
Além disso, há monitoramento por quatro drones, sendo um drone Dockstation que sobrevoam o entorno do perímetro, além de contar com radares, para detecção antecipada de movimentações em áreas sensíveis. A equipe de vigilantes também conta com o apoio de 20 bodycams com capacidade para gravação e transmissão de áudio e imagem de alta resolução em tempo real, utilizadas pelas equipes de segurança em campo para registro e geração de evidências."