Pior acidente da aviação aconteceu no Ceará

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
30 de Setembro de 2006 - 03:59
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Brasília - O pior acidente da história da aviação comercial brasileira foi em junho de 1982, no Ceará. Um Boeing 727-200 da Vasp bateu contra a Serra de Aratanha, a 30 km de Fortaleza. As 137 pessoas a bordo morreram. Um acidente comparável em escala só viria em outubro de 1996, quando um Fokker-100 da TAM caiu sobre o bairro do Jabaquara, Zona Sul de São Paulo. 99 pessoas morreram, entre elas duas em solo.

Mas um dos piores acidentes da aviação brasileira ocorreu fora do espaço aéreo nacional. Cento e vinte e três pessoas morreram na queda de um Boeing 707 da Varig nos arredores do aeroporto de Orly, em Paris. Entre as vítimas do acidente, provocado por um incêndio, estava o senador Filinto Müller.

PRIORES ACIDENTES:

- Dezembro de 1959, Rio de Janeiro - 35 pessoas morrem no choque entre um Viscont da Vasp e um Fokker da Aeronáutica no aeroporto Santos Dumont;

- Junho de 1960, Rio de Janeiro - 53 pessoas morrem na queda de um Convair da Companhia Real na Baía de Guanabara;

- Dezembro de 1970, Rio de Janeiro - 37 pessoas morrem pouco antes do pouso de um Viscont da Vasp;

- Julho de 1973, Paris - 123 pessoas morrem na queda de um Boeing 707 da Varig, a 1 minuto do destino, o aeroporto de Orly;

- Abril de 1980, Florianópolis - 54 pessoas morrem no acidente com um Boeing 727 da Transbrasil;

- Junho de 1982, Serra da Aratanha (CE) - 137 pessoas morrem no choque de um Boeing 727-200 da Vasp contra uma montanha da Serra de Aratanha, a 30 km de Fortaleza;

- Outubro de 1996, São Paulo - 99 pessoas morrem quando um Fokker-100 da TAM cai sobre o bairro do Jabaquara, Zona Sul de São Paulo;

- Maio de 2004, Manaus - 33 pessoas morrem na queda de um avião da Rico Linhas Aéreas que se preparava para pousar no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.

REPERCUSSÃO - A notícia do desaparecimento de um Boeing da Gol na região da Amazônia mobilizou a mídia internacional, que costuma, nestes casos, correr para checar suspeitas de seqüestros de aeronaves por terroristas.

Logo após a confirmação pela Infraero, a CNN, rede norte-americana de televisão, entrou ao vivo com o relato de ´breaking news´ (notícia urgente).