Para o governador do Ceará, Lúcio Alcântara (PSDB), a morte de Leonel Brizola representa “uma grande perda”.
Ex-pedetista, Alcântara disse que Brizola era um homem que desperteva muitas reações, muito atagonismo, mas que, principalmente, tinha muito amor ao Brasil e era conhecido por sua dedicação à educação.
O governador cearense admitiu, no entanto, ter saído do PDT por causa da maneira que Brizola conduzia o partido.
“Mas eu o respeitava. Ele não iria mudar; eu não iria conseguir mudá-lo. O jeito foi sair”, comentou Alcântara.
O último encontro dos dois foi há três meses. “Tomamos café na casa dele, no Rio. Conversamos bastante. Continuamos amigos. Nos respeitando e amigos”, afirmou o governador do Ceará.
Mesmo repentina a morte do líder pedetista não chegou a surpreender Alcântara.
“Ele era um homem de mais de 80 anos. Aparentava muita saúde. Tinha uma vida regrada na alimentação; não bebia e nem fumava. Mas uma pessoa com mais de oitenta anos já está numa faixa de risco. Ele, porém, sempre dizia que era de uma família que vivia muito”.
Ex-pedetista, Alcântara disse que Brizola era um homem que desperteva muitas reações, muito atagonismo, mas que, principalmente, tinha muito amor ao Brasil e era conhecido por sua dedicação à educação.
O governador cearense admitiu, no entanto, ter saído do PDT por causa da maneira que Brizola conduzia o partido.
“Mas eu o respeitava. Ele não iria mudar; eu não iria conseguir mudá-lo. O jeito foi sair”, comentou Alcântara.
O último encontro dos dois foi há três meses. “Tomamos café na casa dele, no Rio. Conversamos bastante. Continuamos amigos. Nos respeitando e amigos”, afirmou o governador do Ceará.
Mesmo repentina a morte do líder pedetista não chegou a surpreender Alcântara.
“Ele era um homem de mais de 80 anos. Aparentava muita saúde. Tinha uma vida regrada na alimentação; não bebia e nem fumava. Mas uma pessoa com mais de oitenta anos já está numa faixa de risco. Ele, porém, sempre dizia que era de uma família que vivia muito”.