Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, é investigada por 'atos libidinosos' na cadeia no RJ

Segundo informações do portal G1, relatos sobre os atos foram denunciados por outras detentas

Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, virou alvo de uma investigação da Secretaria da Administração Penitenciária do estado do Rio de Janeiro (Seap-RJ), que busca apurar possíveis "atos libidinosos" cometidos pela mulher na cadeia.

Segundo o portal G1, que divulgou as informações, detentas que dividem cela com Monique revelaram os atos em depoimento.

Ao todo, seis presas teriam contado um episódio no qual um suposto advogado teria se masturbado na cadeia enquanto Monique mostrava os próprios seios. Entretanto, não informaram quando teria ocorrido ou a identidade do homem.

Depoimento

Ainda conforme o G1, Monique Medeiros deve ser ouvida pela  Comissão Técnica de Classificação (CTC) da secretaria. Se for punida, pode ter o índice de comportamente afetado. 

Além disso, a Seap deve notificar a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) para informar detalhes sobre o envolvimento do advogado nas denúncias.

Prisão em 2021

Monique Medeiros, mãe de Henry, e o vereador carioca Dr. Jairinho (Solidariedade) foram presos no dia 8 de abril de 2021 pela Polícia Civil do RJ. 

Os mandados de prisão temporária tinham a validade de 30 dias, e foram expedidos pela juíza ELizabeth Louro, do 2º Tribunal do Júri do Rio.

Eles foram presos pela suspeita de homicídio qualificado, com emprego de tortura e sem chance de defesa para a vítima. Além disso, o outro motivo da prisão seria a possibilidade de atrapalhar o curso das investigações por ameaças a testemunhas.