Assaltante morre durante troca de tiros em Sergipe

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
03 de Agosto de 2005 - 02:48
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Foto: Arquivo

O assaltante de bancos e carros-fortes potiguar Francimar Fernandes Carneiro, o ‘Cimar’, que havia fugido da carceragem da Superintendência Regional da Polícia Federal no Ceará (PF), na madrugada de 8 de dezembro de 2003, morreu durante uma troca de tiros com agentes da PF do Rio Grande do Norte, no Município de Lagarto, Estado de Sergipe, distante 75 quilômetros de Aracaju.

Um comparsa dele foi baleado e preso horas depois, no Hospital Municipal, e durante a fuga os bandidos executaram dois mototaxistas que cruzaram o caminho deles.

‘Cimar’ e seu bando haviam seqüestrado o gerente da agência do Banco do Brasil (BB) local e se preparavam para praticar o roubo, quando foram surpreendidos pela presença dos ‘federais’ potiguares, que estavam na cidade fazendo um levantamento sobre a localização da quadrilha.

Entretanto, enquanto faziam algumas investigações a respeito do paradeiro do grupo, foram informados pela equipe do Serviço de Inteligência do BB que os assaltante estavam na agência daquela cidade, mantendo o gerente como refém. “Quando chegávamos perto do banco, vimos uma Fiorino com vidros escuros parada em frente e uma viatura descaracterizada, possivelmente da Polícia Civil, chegou e foi recebida a tiros de fuzil, recuando. Então, como estávamos num local privilegiado, passamos a atirar contra os três homens que estavam dentro do veículo. Descarregamos nossas pistolas, mas cerca de seis a oito homens armados com fuzis, que estavam em um Doblô, desceram atirando”, explicou um dos agentes que participou da operação.

RESGATE - A outra parte do bando conseguiu resgatar o trio que estava na Fiorino, assim como outros três homens que estavam dentro do banco com o gerente, que ainda conseguiram roubar certa quantia em dinheiro. Foi acionado reforço policial e, rapidamente, equipes das polícias Federal, Civil e Militar de Sergipe e do Rio Grande do Norte foram deslocadas para Lagarto e participaram de uma grande operação visando capturar a quadrilha. Francimar carneiro foi encontrado morto, dentro de um sítio na periferia da cidade, onde a quadrilha se escondia.

As buscas prosseguiram e, no hospital local, foi preso seu comparsa Clênio Dias da Silva, pernambucano, que levou quatro tiros nos braços e abdome, foi submetido a uma cirurgia de urgência e permanece internado, sob observação. “Segundo relatos da população, os mototaxistas foram rendidos, obrigados a deitar no chão e executados, talvez numa represália pela morte do chefe do bando. E as buscas continuam na região, a fim de que possamos capturar esses bandidos”, disse.

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