Copa feminina: Fifa escolhe Gran Marquise para seu staff

Fortaleza receberá nove jogos da Copa do Mundo de Futebol Feminino em 2027

Escrito por
Egídio Serpa egidio.serpa@svm.com.br
(Atualizado às 07:47)
Legenda: Mais uma vez, a Fifa elegeu o Hotel Gran Marquise para hospedar seu staff durante uma Copa do Mundo, a Feminina de 2027.
Foto: Divulgação
Um oferecimento de:

Empresa do cearense Grupo Marquise, o Hotel Gran Marquise celebrou contrato com a Fifa, entidade máxima do futebol mundial, para hospedar seu staff durante toda a Copa do Mundo de Futebol Feminino, que se realizará no Brasil de 24 de junho a 25 de julho do próximo ano. 

Fortaleza receberá nove jogos da Copa 2027, o que significa que aqui estarão, além do alto comando da Fifa, dirigentes de 18 confederações de futebol a ela filiadas, os quais se hospedarão no Gran Marquise, que já tem expertise: foi nele que, na Copa do Mundo de Futebol Masculino de 2014, se hospedou a cúpula da entidade. Nesse mesmo evento, o Gran Marquise foi o responsável, também, por todo o serviço de fornecimento de alimentos e bebidas da área VIP do estádio Castelão, incluindo os camarotes, onde se realizaram os jogos da Copa. 

Coincidentemente com a assinatura do contrato com a Fifa, o diretor financeiro e o gerente-geral do Gran Marquise – Dionísio Barsi e Phillipe Goderfroit – revelaram à coluna que o hotel acaba de investir R$ 600 mil na implantação de um sistema de bomba de calor para o aquecimento de água, com foco na eficiência energética, com redução de custos operacionais e fortalecimento das práticas de sustentabilidade da operação. 

O sistema, explicaram Barsi e Goderfroit, foi dimensionado para atender integralmente a demanda de água quente do hotel, tornando os aquecedores a gás equipamentos de “backup”, ou seja, usados apenas em situações de contingência, como manutenções programadas ou eventuais indisponibilidades do sistema principal. 

A solução adotada utiliza o calor rejeitado pelos compressores durante o ciclo de refrigeração, recuperando essa energia térmica por meio de um ciclo reverso para aquecer a água. Dessa forma, o calor, que antes era dissipado para o ambiente, passa a ser aproveitado de forma útil, elevando significativamente a eficiência global do sistema e reduzindo drasticamente a necessidade de utilização de gás. 

O investimento tem “payback” (retorno do investimento) estimado em 3,5 anos, resultado da eliminação do consumo de gás na operação normal do sistema de aquecimento. Além do retorno financeiro, o projeto permite, ainda, a redução das emissões de gases de efeito estufa, menor dependência de combustíveis fósseis e maior previsibilidade dos custos energéticos. 

De acordo com Dioníso Barsi e Phillipe Goderfroit, esse investimento “reforça o compromisso do Hotel Gran Marquise com a modernização de sua infraestrutura, incorporando soluções de alta eficiência que conciliam desempenho operacional, viabilidade econômica e responsabilidade ambiental”.

MARQUISE INFRAESTRUTURA ENTRA NO TOP 10 DAS MELHORES DO PAÍS

A Marquise Infraestrutura, empresa do Grupo Marquise, recebeu nesta terça-feira (29/9) reconhecimento da revista O Empreiteiro durante a premiação do Ranking da Engenharia Brasileira 2026, realizada em São Paulo, ao final da programação do 9º Fórum Infra 2026-2028.

A empresa subiu 12 posições em relação à edição anterior e alcançou a 9ª colocação entre as 25 maiores construtoras do País.

O resultado acompanha uma carteira de projetos de alta complexidade em diferentes estados do Brasil. Na Ferrovia Transnordestina, a Marquise Infraestrutura executa nove lotes e responde por aproximadamente 430 km do corredor. No Ceará, atua também na ligação ferroviária ao futuro TUP Nelog e no Píer Zero da Eneva, no Complexo do Pecém, além da Dessal do Ceará, em Fortaleza. Em São Paulo, trabalha nas barragens de Pedreira e Duas Pontes. A experiência da companhia em infraestrutura hídrica inclui ainda o Canal Acauã, na Paraíba, e o Eixão das Águas, no Ceará, além das obras do sistema de abastecimento de água do Rio Manso, em Minas Gerais.

“Escala, planejamento e capacidade técnica operacional precisam caminhar juntos. Transnordestina, Pecém e as obras hídricas exigem soluções técnicas específicas, equipes experientes e disciplina de execução para transformar infraestrutura em competitividade e segurança para o país”, afirma Renan Carvalho, diretor-presidente da Marquise Infraestrutura.

A Marquise Infraestrutura atua em obras de alta complexidade nos segmentos ferroviário, portuário, hídrico, rodoviário e de mobilidade, com projetos em diferentes regiões do País.

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