'Só dei uma chinelada nela': Diário do Nordeste aborda 'Caso Dandara' na newsletter Arquivo Criminal

O processo do 'Caso Dandara' conta com quase seis mil páginas e integrou o 'Tempo de Justiça'.

Escrito por Emanoela Campelo de Melo emanoela.campelo@svm.com.br
05 de Novembro de 2026 - 08:10 (Atualizado às 08:15)
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Legenda: Dandara dos Santos foi apedrejada e morta a tiros.
Foto: Reprodução/TVM.

Os bastidores do 'Caso Dandara', travesti morta em Fortaleza em fevereiro de 2017, são retratados na terceira edição da newsletter 'Arquivo Criminal'.

A repórter Emanoela Campelo de Melo traz entrevista inédita com o promotor de Justiça do Ministério Público do Ceará (MPCE), Marcus Renan dos Santos, que atuou em plenário em prol da condenação de 12 homens envolvidos na barbárie.

Dandara dos Santos foi apedrejada e morta a tiros. A sequência de agressões em via pública foi registrada pelos próprios torturadores e divulgada nas redes sociais. O crime gerou repercussão internacional.

O processo do 'Caso Dandara' conta com quase seis mil páginas, integrou o 'Tempo de Justiça' e se destacou pela multiplicidade de acusados e pela pluralidade de teses: "eles diziam que quando começou o linchamento eles desistiram voluntariamente, eu consegui derrubar essa tese", conta Marcus Renan.

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