“Oi, razão da minha libido!”

Vamos ao dicionário Michaelis: libido é um desejo sexual instintivo. Pelas teorias freudianas, ela é a pulsão sexual que gera energia vital. Já pela teoria de Jung, a libido está ligada a força ou energia psíquica.

Ou seja, é pura energia que faz com que a palavra libido carregue quase que o significado literal do que é desejo, apetite sexual e, isso, ocorre em fases distintas da vida adulta.

Lembrou aí daquele arrepio na alma? Pois veja, agora, os diferentes tipos de libido:

Testosterona

A testosterona é a rainha da libido e quando faz o combo com a oxitocina a explosão é intensa. Esses “hormônios do amor e da felicidade” são os responsáveis pelo desejo sexual e pelo ato em si. Agora, quando entra a dopamina é o mesmo que chegar no paraíso após a resposta sexual: sentido de prazer está instalado.

DESEJO SEXUAL

Acredite se quiser, mas a distinção entre os tipos de desejo vem de Santo

Agostinho: de conhecimento, sensual e de dominar. Portanto, falar de libido é falar de desejo.

QUERO OU NÃO QUERO?

Ter mais ou menos libido depende mesmo da vida de cada um. É importante buscar as causas: orgânicas (TPM, período fértil, menopausa, sífilis), psicológicas (vicio em sexo, transtornos mentais), químicas (medicamentos, drogas), já que é comprovado que esses problemas podem prejudicar a libido.

O QUE OS BAMBAMBAM PENSARAM

Psiquiatras e psicanalistas até hoje falam muito sobre a libido e encontram em Freud e Jung a base para suas conclusões. Sigmund Freud considerou que a libido não está relacionada somente com a sexualidade. Ela é construída na infância e vai ganhando espaço (ou perdendo) em diversas fases da vida.

Carl Gustav Jung entendia que a libido é toda a energia mental do homem.

Sentir a libido indica que você tem saúde sexual e é uma das coisas que levam a saúde geral e uma boa qualidade de vida.