Rio. A taxa de desemprego medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua ficou em 6,8%, em janeiro, o que representou um aumento em relação a janeiro de 2014, quando estava em 6,4%, informou ontem, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, o IBGE faz uma ressalva de que os dados se referem ao trimestre encerrado em janeiro, uma vez que a metodologia de coleta e cálculo da pesquisa impede isolar os dados apenas de um mês. Os indicadores serão todos apresentados como trimestre móvel.
Para o trimestre encerrado em janeiro, a renda média real do trabalhador foi de R$ 1.795,53. Já a massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 161 bilhões. A série histórica da pesquisa com resultados para trimestres encerrados mês a mês teve início em janeiro de 2012.
O nível de ocupação, que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar, caiu de 56,9% no trimestre encerrado em dezembro para 56,7% no trimestre encerrado em janeiro. O IBGE passa, a partir de agora, a divulgar mensalmente os dados referentes aos trimestres móveis encerrados a cada mês.
O País tinha 6.258.249 desempregados no trimestre encerrado em janeiro de 2014. Esse montante aumentou para 6.763.187 em janeiro de 2015. Ou seja, 504.938 pessoas entraram na fila do desemprego no período.