No mundo da estética, há uma discussão a cerca do melhor tipo de cílio para quem tem as pálpebras caídas. Um dos vários questionamentos, por exemplo, é sobre qual não é recomendado para quem tem esse problema, indagação, diga-se de passagem, equivocada.
A solução é bem mais simples quando tratado do modo correto. Não é sobre o melhor modelo do mercado. É sobre o melhor modelo para o seu rosto.
As nossas extensões vão além do que esse tratamento... elas não são feitas para simplesmente alongar e embelezar os cílios. Elas possuem um papel de ilusão de ótica muito bem-vindo.
Conseguimos, por exemplo, com a nossa tecnologia fazer uma análise do rosto da cliente para estudar todos os pontos de melhorias. A partir disso, usamos diferentes curvaturas, cobrindo essas pálpebras que estão caídas.
E existem várias curvaturas, como a M, a L e a D, para destacar. Elas variam a partir da face de quem busca o tratamento. Descobrindo o rosto da pessoa, criamos esses cílios personalizados. E, felizmente, o nosso mapeamento é muito mais que só alongar os olhos. Serve para fazer efeito palpebral, evitando, consequentemente, usar o procedimento errado.
Essa é uma técnica que evita a blefaroplastia, cirurgia preocupante que as pessoas estão fazendo para tirar o excesso de pálpebra. O preço varia, mas, em sua grande maioria, começa em de R$ 5 mil.
A incisão é realizada na conjuntiva e ele a acessa com um dispositivo cauterizador. Em seguida, remove o excesso de gordura para diminuir o inchaço da região. Para finalizar, realoca o depósito de gordura e sutura a incisão.
Erika Aragão é diretora da Cílios Design e da Universidade dos Cílios