Como o Pix está impactando o e-commerce?

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Redação producaodiario@svm.com.br

O Banco Central apresentou o Pix em 2020, novo modo de pagamento eletrônico que surgiu com a promessa de acabar com taxas de transferência para a pessoa física e permitir operações financeiras 24 horas por dia. O Pix se estabeleceu como uma alternativa aos modelos até então mais utilizados no país para a realização de pagamentos e transferências, como TED e DOC.

A novidade não trouxe mudanças apenas às pessoas físicas e impactou diretamente as empresas, como os negócios eletrônicos. Conhecido por permitir uma venda não presencial por meio digital e oferecer muita comodidade, o e-commerce é um dos tipos de comércio mais relevantes do país. De acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, o crescimento nas vendas via esse modelo foi de 68% em relação a 2019.

Diante dessa mudança na forma de consumo do público nacional e da relevância do e-commerce, como o Pix impacta o segmento? O serviço autorizado pelo Banco Central facilita que os varejistas do comércio eletrônico realizem suas vendas, afinal, com o Pix não é necessário que sejam imprimidos boletos ou similares. Além disso, o novo modelo de pagamento agiliza quitações junto aos fornecedores de mercadorias e permite que haja maior produtividade.

O Pix também diminui as chances de um boleto ser gerado pelo cliente e depois não ser pago. A espera até o dia seguinte para o dinheiro cair na conta da empresa após uma TED feita depois do horário comercial, outra coisa comum, não acontece mais com o Pix — o valor da compra é entregue ao vendedor imediatamente. Com essa velocidade, fica ainda mais fácil organizar o fluxo de caixa, fundamental a qualquer negócio.

Empresários que detêm um e-commerce devem estar antenados em relação a diversas funcionalidades que oferecem agilidade no processo de compra. Clientes querem adquirir produtos com velocidade; por isso, facilitar o pagamento a um toque no celular é mais que necessário para qualquer e-commerce.

Lucas Camargo é CEO da plataforma de e-commerce Instabuy

*Esse texto reflete, exclusivamente, a opinião do autor

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