Falar sobre o cearense enquanto cliente é falar sobre gente que gosta de ser bem recebida, que estima uma boa conversa e, mesmo diante de mudanças nos hábitos de consumo, preserva o tão especial gosto pela proximidade e pelo contato humano. No Dia do Cliente, venho homenagear o consumidor que vai às lojas com mais do que a lista de compras nas mãos.
Parabenizo o cearense que vai ao supermercado munido de suas preferências, riqueza de histórias e costumes, e constrói, dia a dia, uma relação de confiança com o comércio.Nosso povo que gosta de comprar perto de casa, naquele supermercado do bairro onde conhece as pessoas pelo nome, encontrando os produtos de que precisa enquanto escuta um “E aí, como está a família?”.
No meu entendimento, em um mundo cada vez mais digital e acelerado, frio e artificial, essa presença afetiva adquire uma importância incalculável. Hoje, nós temos ciência do quanto o consumidor se prepara, pesquisa preços, compara ofertas, usa aplicativos e acompanha as marcas nas redes sociais. A tecnologia o tornou mais informado e exigente, sim, mas não retirou dele a busca por uma experiência que faça sentido para sua realidade particular.
A procura por produtos da nossa terra, por exemplo, está no DNA do cearense. Ele tem orgulho do que vem de seu próprio chão (nosso), valoriza marcas, alimentos e ingredientes que carregam a identidade da gente esforçada que produz. Ao escolher um produto regional, leva para casa um pedaço da cultura e contribui para movimentar uma vasta cadeia de produtores, indústrias, distribuidores, comerciantes e trabalhadores cearenses. Nós, supermercados do Ceará, somos brindados diariamente com um cliente que reconhece atendimento, variedade, qualidade e retribui com a confiança de estar no lugar que entende as suas necessidades.
Nesta data, agradeço e parabenizo a quem escolhe a loja do bairro, consome o produto local e, sobretudo, continua acreditando na força das iniciativas regionais. Nosso setor se compõe de mercadorias, preços e transações, mas são as pessoas, o encontro e o afeto que dão sentido ao que fazemos.