CSP

Siderúrgica completa 10 anos de concepção

Com menos de dois anos de operação, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) já é responsável por metade das exportações cearenses
01:00 · 16.04.2018

A Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), primeira usina integrada do Nordeste, completa, nesta segunda-feira (16), 10 anos de sua concepção. Hoje, após quase dois anos de operação, a empresa exporta placas de aço para mais de 20 países, de quatro continentes, sendo responsável por metade das exportações do Ceará. Em 2017, as exportações do Estado cresceram 62,5%, em relação a 2016, como resultado da operação da siderúrgica.

Desde o início das operações, a companhia produziu mais de 3,6 milhões de toneladas de placas de aço. Apenas no primeiro trimestre deste ano, foram produzidas 693,4 mil toneladas, o que representa 29.304 unidades de placas. Nesse mesmo período, foram exportadas 710.447 mil toneladas pelo Porto do Pecém. Se considerado todos os empregos diretos, terceirizados e indiretos, a CSP é responsável por gerar aproximadamente 20 mil postos de trabalho.

Com as exportações de placas de aço, a Companhia Administradora da Zona de Processamento de Exportação do Ceará (ZPE Ceará) bateu recorde de movimentação no segundo semestre do ano passado, com a marca de 5,9 milhões de toneladas de carga solta e a granel movimentadas na sua Área de Despacho Aduaneiro (ADA). O Porto do Pecém também atingiu nova marca histórica, apresentando um crescimento de 19% em 2017.

Segundo a companhia, até 2018, foram investidos R$ 850 milhões em compras de fornecedores do Ceará, além de R$ 40 milhões em programas de responsabilidade social, como Ideia da Gente, Território Empreendedor e Diálogo Social.

Expectativa

Produzindo em sua capacidade máxima, a expectativa é de que a produção da siderúrgica registre um aumento de 20% neste ano, com a fabricação de 3 milhões de toneladas de placas. A estimativa se justifica, dentre outros fatores, pela melhora do mercado internacional.

Após registrar crescimento de 7% em 2017, a expectativa é de que a demanda por aço, em 2018, avance mais 1,6%, segundo dados da Associação Mundial do Aço (WSA, na sigla em inglês), incluindo China, Estados Unidos e União Europeia.

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