Diz Serasa Experian

Atividade econômica abre o segundo trimestre em crescimento

Os destaques positivos da atividade econômica em abril foram as altas na atividade industrial e no setor de serviços

13:30 · 19.06.2017 por Redação Diário do Nordeste
Agropecuária
No acumulado do primeiro quadrimestre de 2017, a atividade agropecuária acumula taxa de crescimento bastante expressiva: 15,8% em relação ao mesmo período do ano passado. ( Foto: Waleska Santiago )

O Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal) avançou 0,2% em abril, descontado os devidos ajustes sazonais. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a atividade econômica do quarto mês do ano recuou 0,2%. No acumulado do ano até abril, a retração da atividade econômica foi de 0,3% em relação ao período acumulado de janeiro a abril do ano passado.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o segundo trimestre deste ano abriu com a atividade econômica em alta, na esteira do bom desempenho do primeiro trimestre, impulsionada pela tendência de queda da inflação e das taxas de juros, bem como do ligeiro aumento do grau de confiança tanto dos consumidores quanto das empresas.

Pelo lado da oferta agregada, os destaques positivos da atividade econômica em abril foram as altas de 0,8% na atividade industrial e de 0,3% no setor de serviços. Já a atividade agropecuária, depois de altas expressivas ao longo do primeiro trimestre deste ano, exibiu recuo de 0,4% em abril/17.

Pelo lado da demanda agregada, o mês de abril contemplou altas de 0,3% no consumo das famílias, de 0,9% nos investimentos e de 1,3% nas exportações. Todavia, houve queda de 0,7% no consumo do governo e aumento de 1,2% das importações.

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2017, a atividade agropecuária acumula taxa de crescimento bastante expressiva: 15,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a indústria e o setor de serviços ainda apresentam quedas de 1,8% e de 1,6%, respectivamente.

Ainda em relação ao acumulado dos primeiros quatro meses de 2017, praticamente todos os componentes da demanda agregada recuaram: consumo das famílias (-1,6%), consumo do governo (-1,7%), investimentos (-4,5%), exportações (-0,2%) e as importações, que entram com sinal negativo no PIB, cresceram 6,6%.

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