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Veja os erros mais comuns cometidos por falsificadores na fabricação de bebidas adulteradas.
Veja com atenção lacres imperfeitos, borrados ou com vazamentos. Desconfie de destilados que não têm selo do IPI em papel-moeda no topo.
Tampa torta ou “diferente”, rótulo desalinhado ou desgastado, erros ortográficos grosseiros ou logomarca com “variações”, também são sinais de falsificação.
Compare garrafas do mesmo rótulo para verificar se o enchimento segue um padrão. Detritos não são normais em destilados (exceto mistos e compostos).
Bebidas ilegais costumam apresentar tampa amassada, cor desbotada ou líquido turvo. Sob nenhuma hipótese deve-se fazer testes caseiros, como cheirar, provar ou tentar queimar a bebida.
Promoções existem, mas valores muito abaixo da média podem indicar risco. Prefira vendedores de confiança. Note também a ausência do CNPJ, endereço do fabricante ou distribuidor e número do lote.
Fique atento à possibilidade de visão turva, dor de cabeça intensa, náusea, tontura ou rebaixamento do nível de consciência. Isso pode indicar intoxicação por metanol ou por bebida adulterada.
Busque atendimento médico o mais rápido possível. Para mais orientações existe o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001.
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