Modelo conhecida como 'Barbie do Crime' e acusada de dar golpes na internet se entrega à Polícia

A Justiça goiana expediu mandado de prisão contra a modelo por ela não ter cumprido pena de prestação de serviços à comunidade e também por não ter comparecido em audiências

Modelo Bruna Cristine Menezes de Castro, conhecida como Barbie do Crime
Legenda: A modelo é acusada de diversos golpes na internet em Goiás, Rio de Janeiro e Brasília
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Bruna Cristine Menezes de Castro, modelo de 30 anos conhecida como 'Barbie do Crime', se entregou à Polícia Civil de Goiânia e foi presa nesta quinta-feira (25). Ela é condenada por aplicar golpes na internet e investigada por estelionato. 

A Justiça goiana expediu mandado de prisão contra a modelo por ela não ter cumprido pena de prestação de serviços à comunidade e também por não ter comparecido a audiências marcadas. Bruna foi condenada em setembro de 2015.  As informações são do portal G1 Goiás. 

A 'Barbie do Crime', além dos serviços comunitários, foi condenada a pagar multa de 10 salários mínimos. Ela também responde por denúncias de estelionato no Rio de Janeiro e em Brasília. 

Crimes

A acusada vendeu celulares a duas pessoas na internet e nunca entregou os aparelhos. No julgamento, ela confessou o crime e afirmou estar arrependida. À época da condenação, a investigação dá conta de mais de 100 pessoas lesadas pelos atos criminosos de Bruna. Após os clientes pagarem os produtos, Bruna alegava problemas familiares e de saúde. 

O magistrado Wilson da Silva Dias, da Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas, da comarca de Goiânia, afirmou que Bruna faltou a seis audiências de justificação designadas em 2018 e 2019. Já em 2021, duas das audiências foram remarcadas, mas a acusada também não compareceu. 

"Não pode o Judiciário aguardar o bel prazer da sentenciada, voluntariamente e espontaneamente, em querer cumprir a lei. Ela deve cumprir, pois demonstrou ignorar a lei, a decisão judicial, sentença que fixou a reprimenda e os órgãos de controle da execução penal, furtando-se do cumprimento da pena e achando-se, talvez, estar acima da lei”, pontuou o juiz. 

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