Datena desiste de se candidatar ao Senado de SP

Datena agradeceu o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL). O apresentador disse que irá continuar defendendo a população da "tribuna que ocupa há tantos anos".

Datena durante apresentação de programa na TV
Legenda: O desejo de ingressar na vida política não é recente, mas em outras ocasiões o apresentador também desistiu da candidatura
Foto: Divulgação/Flickr/TV Band

O apresentador José Luiz Datena (PSC) comunicou nesta quinta-feira (30) que não será mais candidato ao Senado por São Paulo. 

Durante apresentação de seu programa na TV Band, Datena agradeceu o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL). O apresentador disse que irá continuar defendendo a população da "tribuna que ocupa há tantos anos". 

"Em primeiro lugar, eu queria deixar minha palavra de carinho para com o presidente da República, que hoje de manhã deu uma declaração que tinha me escolhido como candidato ao Senado em São Paulo. E foi isso mesmo que foi acordado. Mas eu pensei bem, e resolvi seguir o meu caminho, mas obrigado a ele por ter confirmado o acordo que aconteceu, não foi por parte dele que não deu certo", afirmou Datena. 

"A política não é meu espaço natural, é possível eu lutar pelo bem comum em muitas arenas que existem aí, estarei sempre com meu público", acrescentou o comunicador.

Outras desistências 

O apresentador já foi filiado a outros partidos nos últimos anos. Ele já havia sido cotado para concorrer a diversos cargos, mas também desistiu. 

Em 2015, Datena chegou a ser anunciado como pré-candidato do Partido Progressista (PP) à Prefeitura de São Paulo, mas desistiu da corrida eleitoral em janeiro do ano seguinte.

No ano de 2018, o apresentador chegou a lançar a candidatura dele ao Senado pelo antigo Partido Democratas (DEM), hoje União Brasil, na chapa que elegeu João Doria (PSDB) ao governo paulista, mas também desistiu da candidatura menos de um mês depois do anúncio.

Neste ano, Datena estava filiado ao União Brasil para concorrer ao Senado na chapa do governador Rodrigo Garcia (PSDB), mas migrou a filiação para o PSC e iniciou a aproximação com o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) para ter o apoio de Bolsonaro no estado de São Paulo.

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