Foto: Julia Metkalova/Shutterstock
Os achados foram publicados recentemente na revista científica Nature Genetics e ajudam a personalizar o tratamento.
Foi feita por pesquisadores da Universidade Princeton e da Simons Foundation, nos Estados Unidos, considerando dados de mais de 5 mil crianças com transtorno do espectro autista (TEA).
Com apoio de inteligência artificial e modelos computadorizados, a pesquisa avaliou mais de 230 traços individuais de cada criança, considerando características como marcos de desenvolvimento, comportamentos repetitivos e interações sociais.
Este é o primeiro subtipo do autismo e se refere a crianças com desafios sociais e comportamentos repetitivos, mas que, geralmente, atingem marcos de desenvolvimento, como andar e falar, em ritmo semelhante ao de outras sem autismo. Segundo a pesquisa, elas também costumam apresentar condições psiquiátricas associadas, como TDAH, ansiedade ou depressão.
São crianças que alcançam marcos de desenvolvimento mais tarde do que as que não têm autismo, mas que, geralmente, não apresentam sinais de ansiedade ou depressão. Elas têm mais probabilidade de herdar variações genéticas raras dos pais.
São aquelas que têm comportamentos relacionados ao autismo, mas em menor intensidade. Geralmente, os marcos de desenvolvimento são atingidos em ritmo semelhante ao de crianças sem autismo e não apresentam condições psiquiátricas associadas.
Essas enfrentam desafios mais extremos, como atrasos no desenvolvimento, dificuldades sociais e de comunicação, comportamentos repetitivos e condições psiquiátricas associadas. Neste grupo, a maior parte das mutações genéticas não é herdada dos pais.
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