Caso Gegê e Paca: Julgamento de habeas corpus de piloto do helicóptero é adiado pela 2ª vez

Os líderes do PCC foram mortos em fevereiro de 2018 em uma reserva indígena em Aquiraz

Legenda: Defesa do piloto afirma que ele forneceu informações para a investigação sobre a localização de aeronaves e armas
Foto: Foto: Reprodução

Pela segunda vez, é adiado o julgamento do habeas corpus do piloto Felipe Ramos Morais, um dos réus do caso do assassinato dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) Gegê e Paca, ocorrido no ano passado. O julgamento estava marcado para esta quarta-feira (11), quando também ocorre a primeira audiência de instrução do processo para ouvir testemunhas de acusação do caso.

Três pessoas foram presas pelo crime, entre elas Felipe Morais, que pilotava o helicóptero que levou as vítimas e os executores ao local do crime, uma reserva indígena em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza. Também estão presos Carlenilton Pereira Maltas, na penitenciária de Brasília; e Jefte Pereira Santos, interno em Itaitinga, na Grande Fortaleza. Outros sete envolvidos no assassinato estão foragidos. O processo está em segredo de Justiça.  

Legenda: Dez pessoas foram denunciadas pelas mortes dos líderes do PCC, 'Gegê do Mangue' e 'Paca'
Foto: Fotos: Reprodução

O piloto foi preso no dia 14 de maio de 2018, em um condomínio de luxo no município de Caldas Novas, em Goiás. O julgamento do habeas corpus feito pela defesa do piloto foi adiado pela primeira vez no início de setembro, quando o desembargador da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) não pôde comparecer à sessão em razão de causas médicas.

As investigações apontam que foi Felipe Morais quem pilotou a aeronave que levou 'Gegê do Mangue' e 'Paca' e os assassinos até a reserva indígena onde ocorreu o duplo homicídio. Os corpos de Rogério Jeremias de Simone, o 'Gegê do Mangue', e Fabiano Alves de Souza, o 'Paca', foram encontrados na região em 15 de fevereiro de 2018. 


Categorias Relacionadas