Ministérios e órgãos tentam se enquadrar financeiramente

A Infraestrutura, por exemplo, afirmou que já enxugou postos de trabalho e fundiu secretarias, obtendo economia de R$ 14,5 milhões

Legenda: Essas instâncias procuram maneiras de lidar com as contas públicas
Foto: Arquivo / Agência Brasil

O Ministério do Desenvolvimento Regional, que opera o Minha Casa Minha Vida, informou que tem trabalhado para ampliar os limites de gastos. Segundo a pasta, o bloqueio “não afeta consideravelmente o custeio da administração”. 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmou que, da autorização de R$ 137,47 milhões, já comprometeu R$ 114,5 milhões. No entanto, o órgão afirma que as despesas já pagas ainda estão em R$ 67,5 milhões. 

A Infraestrutura afirmou que já enxugou postos de trabalho e fundiu secretarias, obtendo economia de R$ 14,5 milhões. O Ministério da Defesa e as Forças Armadas informaram que ainda trabalham com a possibilidade de liberação dos recursos contingenciados. 

A AGU informou que tem adotado medidas para cortar despesas, como substituição da vigilância física por eletrônica e diminuição de serviços de copa. O Cade confirmou que já comprometeu R$ 26,9 milhões dos R$ 30,9 milhões disponíveis após o contingenciamento. 

A Aneel informou que o orçamento “é suficiente para custear as atividades de fiscalização, ouvidoria, os convênios com as agências estaduais”. Procurados, os demais órgãos em situação mais crítica não responderam até o fechamento deste texto.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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