Concurso MPCE: comissão organizadora sofre alterações

O concurso contará com oportunidades para quem possui ensino médio e nível superior, com remuneração inicial de até R$ 4,8 mil

O concurso MPCE (Ministério Público do Estado do Ceará) para os cargos de técnico e analista está cada vez mais próximo de ter início. Nesta terça-feira (27) foi reestruturada a comissão organizadora do certame. Além disso, o processo segue em fase de escolha da banca organizadora, que deve ser anunciada em breve. A intenção inicial era publicar o edital no decorrer de julho, o que acabou não se concretizando. Desta forma, segue a expectativa de que isto ocorra ainda neste semestre. Novas informações deverão ser anunciadas em breve.

O número de vagas ainda deverá ser confirmado, mas os cargos que contarão com oportunidades já estão definidos.  As oportunidades deverão ser para as carreiras de técnico ministerial, que pede apenas ensino médio para ingresso, e analista ministerial, para quem possui formação de nível superior. No caso de técnico, a remuneração inicial é de R$ 2.935,08, enquanto para analistas, o inicial é de R$ 4.815,59.

A comissão do concurso MP CE continua presidida pelo promotor de justiça e secretário-geral Haley de Carvalho Filho e conta, ainda, com a promotora de justiça e assessora do procurador-geral Daniele Carneiro Fontenele e os servidores Caroline Pontes Almeida, Emmanuelle Parente Mendes, Francisco Gladson Batista Maia, Francisco Antônio Távora Colares. Deixam de fazer parte do grupo as servidoras Ana Lúcia Sudário Dias Branco e Cicila Daiane Barbosa de Oliveira Duarte.

Último concurso MPCE

O último concurso MP CE para estas carreiras ocorreu em 2013, com oportunidades para técnico ministerial na área especializada e analistas nas áreas de direito e ciências da computação. A organizadora, na ocasião, foi a Fundação Carlos Chagas.

Para técnicos, a prova objetiva do concurso MP CE contou com 70 questões, sendo 30 de conhecimentos gerais (20 de língua portuguesa e dez de informática) e 40 de conhecimentos específicos. Conhecimentos gerais contou com peso um, enquanto conhecimentos específicos teve peso dois.

Para analistas em direito foram 30 de conhecimentos gerais (20 de língua portuguesa e dez de informática) e 40 de conhecimentos específicos e para analistas em ciências da computação, 30 de conhecimentos gerais (20 de língua portuguesa e dez de inglês técnico) e 40 de conhecimentos específicos. Nos dois casos, a parte de conhecimentos gerais teve peso um e a de conhecimentos específicos, peso três. Além disso, a seleção teve uma redação e análise de títulos.

Você tem interesse em receber mais conteúdo do Brasil?

Assuntos Relacionados