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Marinho busca no Colorado solução para operação do Projeto S. Francisco

O titular do MDR está alinhado com os governadores do CE, RN, PB e PE e com a liderança do seu setor produtivo - a Fiec no meio - em busca de uma rápida solução para a operação e manutenção do projeto nordestino.

Como esta coluna revelou ontem, há sobre a mesa de trabalho do ministro do Desenvolvimento Regional (MDR), Rogério Marinho, e do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, uma minuciosa proposta de Parceria Público Privada (PPP) para a efetivação de Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) por Parceria Público Privada (PPP), tornando viável, sem o uso de dinheiro público, a Operação e a Manutenção (O&M) do Projeto São Francisco de Integração de Bacias. 

Há dois detalhes da proposta que chamam atenção: a criação da PPP e – eis o mais importante – o uso das margens dos Canais Leste e Norte do Projeto para a instalação de parques de geração de energia eólica fotovoltaica, com potência total de 1,95 GW (gigawatts). 

Uma fonte que acompanha de perto o andamento da proposta informa que toda a energia a ser gerada nas margens do Projeto São Francisco seria utilizada para garantir a operação das nove estações de bombeamento dos seus dois canais, sendo o excedente vendido no Mercado Livre de Energia, sob supervisão do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). 

Ontem à tarde, esta coluna recebeu de uma fonte ligada ao MDR a informação de que o titular da pasta, ministro Rogério Marinho, está nesta semana no Colorado (EUA), vendo, pessoalmente, como opera e se mantém o projeto de transposição do rio Colorado, que tem características fisiográficas muito semelhantes às do semiárido do Nordeste brasileiro, área beneficiada pelo Projeto São Francisco. 

Marinho deseja, o quanto antes, encontrar uma solução definitiva para o funcionamento do Projeto São Francisco. 

Ele entende o drama dos governadores, cujos orçamentos estão demasiadamente apertados para encarar novas despesas, como as da O&M do projeto. 

Nordestino e profundo conhecedor dos problemas regionais, o potiguar Rogério Marinho está muito bem alinhado com os governadores do CE, R, PB e PE e com a liderança do seu setor produtivo – a Fiec no meio – no esforço de, no curto prazo, encontrar a melhor opção para o imbróglio. 

Alguns detalhes importantes dessa solução necessitarão de aprovação do Congresso Nacional, onde o ministro tem trânsito livre. 

Assim, é boa a perspectiva de um final feliz ainda em 2020.

CONSTRUÇÃO

Vem aí, nos dias 2 e 3 de dezembro, o Encontro Nacional da Indústria da Construção. 

Patriolino Dias, presidente do Sindicato da Indústrias da Construção Civil do Ceará, participará dele. 

Promovido pela Câmara da Indústria Brasileira da Construção (CBIC), o evento deste ano será 100% online.

EM AÇÃO

Hoje, às 19 horas, no hall do edifício-sede da CDL Fortaleza, será aberta a Mostra Coletiva Amigos em Ação – uma exposição de 95 obras de 63 artistas plásticos cearenses, doadas à campanha Amigos em Ação, que anualmente arrecada alimentos distribuídos, no Natal, a instituições de caridade. 

As peças serão leiloadas no dia 12 de dezembro durante almoço no Hotel Gran Marquise. 

A renda do leilão será usada na campanha, que é coordenada pela Alessandro Belchior Imóveis. 

A expectativa deste ano é arrecadar e distribuir 30 toneladas de alimentos.

INFLAÇÃO 

Dão sinais de alta os índices que medem a inflação no Brasil. E no mundo, também. 

É que a pandemia da Covid-19 está ensaiando uma segunda onda, não só na Europa, mas também nos EUA, o que inibe a atividade econômica.

A economia mundial patina, ao mesmo tempo em que sobe a dívida pública dos países. 

No Brasil, a crise fiscal, causada pelo excesso de gastos do governo, agrava esse quadro, mas, mesmo assim, o Congresso Nacional está nem aí para o problema. 

Já passou a hora de votar e aprovar as reformas. 

CASTIGO

Rogério Ceni ainda não conseguiu uma vitória sequer como técnico do Flamengo.

Ontem, ele e seu novo time perderam, novamente, para o São Paulo, desta vez por 3x0, sendo desclassificados da Copa do Brasil.]

É o castigo que ele sofre pela sua recente atitude: prometeu cumprir até o fim o contrato que tinha com o Fortaleza Esporte Clube, mas não o fez, preferindo aceitar o convite do Mengão, encarando o desafio como uma ponte para tornar-se logo estrela de primeira grandeza do futebol brasileiro e chegar a treinador da Seleção pentapeã mundial.

Rogério Ceni precisa entender que o homem não nasceu para a glória.



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