Betânia-Embaré: nome da nova empresa sai hoje

Bruno Girão, sócio e CEO da empresa que resultou da união de negócios das duas companhias, diz que nome "é novo e instigante". Leia mais: 1) Feirinha com goteiras; 2) Unifor combate cigarro eletrônico

Legenda: A união de negócios da Betânia e Embaré criou a terceira maior empresa de lacticínios do país
Foto: Divulgação

Hoje, 19, será conhecido o nome da nova empresa de lacticínios que resultou da união de negócios da cearense Betânia Lácteos e da mineira Embaré, dona da marca Camponesa. 

“O nome criado é instigante, é bom de marketing e está absolutamente ligado aos propósitos e objetivos das duas empresas”, como disse a esta coluna o jovem empresário Bruno Girão, sócio e CEO da Betânia e, também, da empresa nascente. 

Indagado sobre como vão as relações das famílias Girão e Antunes, dona da tradicionalíssima Embaré, ele confessou que “são absolutamente cordiais, de mútua confiança e respeito, focadas no negócio e, mais do que tudo, proativas, buscando sempre o melhor para a empresa, para os seus sócios, para os seus colaboradores e, principalmente, para os consumidores de seus produtos”. 

As duas empresas ocupam, com protagonismo, os mercados do Nordeste e do Sudeste. 

Na região nordestina, Betânia-Embaré domina 80% do mercado de lacticínios – as duas marcas são líderes do mercado de Leite Longa Vida, leite em pó, leite condensado e iogurte.
 
Bruno Girão também comentou sobre o reajuste dos preços do leite, o que aconteceu por um motivo único: há falta de leite no mercado internacional, razão pela qual houve, nas últimas semanas, reajuste para o consumidor final, como aconteceu, igualmente, aqui no Ceará. 

UMA FEIRINHA COM GOTEIRAS

Boa notícia para os feirantes da Avenida Beira Mar: a inauguração da nova feira será amanhã. Maravilha! 

Depois de alguns anos de muito trabalho, muito congestionamento, muita inundação, muita reclamação, enfim chegou o momento de confraternizar pela abertura de um equipamento que, além do aspecto turístico, dará dignidade aos microempreendedores que vendem na área os seus produtos.

Mas há um ponto de preocupação, o que sempre acontece em obras públicas: os boxes da Feirinha da Beira Mar estão sendo inundados pelas águas da chuva. A cobertura dos boxes tem goteiras que causam a inundação. 

Algo fácil de ser solucionado.

UNIFOR FA CAMPANHA CONTRA CIGARRO ELETRÔNICO

Atenção! O Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade de Fortaleza, instituição de ensino da Fundação Edson Queiroz,  está promovendo, desde o último dia 11, campanha educativa sobre os malefícios do uso de cigarros eletrônicos.

 As ações da campanha são realizadas por alunos e professores do CCS em vários lugares do campus da Unifor sempre às quartas-feiras deste mês, como hoje, 18, e a próxima, 25.

A ação tem o objetivo central de conscientizar os estudantes sobre os prejuízos do cigarro eletrônico, tendo em vista o aumento significativo do uso desse dispositivo pelos jovens. 

De acordo com o mais recente relatório Covitel (Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas não Transmissíveis em Tempos de Pandemia), publicado no último dia 27 de abril, pelo menos uma em cada cinco pessoas de 18 a 24 anos usa o cigarro eletrônico no Brasil, o que corresponde a cerca de 20% da população.

Para mobilizar a comunidade acadêmica nesta causa, a campanha conta com a cooperação de alunos e professores na distribuição de panfletos e cartazes educativos sobre o tema entre o público interno Unifor. Também são disponibilizadas informações nas mídias sociais da Universidade e das ligas acadêmicas, o que abriu um canal de diálogo direto com os demais estudantes da instituição. 

No próximo dia 25, será realizado o “Dia da Sensibilização”, reunindo professores e profissionais das mais diversas áreas da saúde em mesas-redondas e palestras. 
 
“Em nosso país, o uso do cigarro eletrônico tem aumentado significativamente na população entre 18 e 24 anos e nossos alunos estão nessa faixa etária, prioritariamente.

Assim, acreditamos ser relevante a discussão da temática com o objetivo de agregar conhecimento acerca dos efeitos à saúde do usuário do cigarro eletrônico. Tem havido uma troca de conhecimentos científicos sobre o assunto, em especial sobre a Evali, doença causada pelo uso do cigarro eletrônico. Além disso, estamos a debater sobre mitos e verdades que englobam o dispositivo”, como explica a professora Lia Brasil, diretora do CCS.