Até quando seremos prejudicados pela arbitragem?

A situação é difícil para Ceará e Fortaleza na Série A. Rodada após rodada os representantes cearenses deixam o campo com um resultado que tem interferência direta da arbitragem. É complexo responsabilizar quem apita a partida, ou a acompanha de um monitor (VAR), mas os prejuízos resultam na perda direta dos pontos.

O fator humano, talvez até intencional, faz a manutenção dos clubes fora da zona de rebaixamento algo quase extraordinário tamanha discrepância de investimento, elenco e favorecimento - a sempre de se ponderar que esse é o estado nordestino com mais clubes na elite nacional.

Longe de acusar qualquer recurso tecnológico, os erros estão escancarados nos jogos com Palmeiras e Atlético/MG. Se não vem com a camisa, o respeito surge do campo e da torcida. Vovô e Leão são gigantes e fazem uma campanha firme na busca pela manutenção. O mérito está mais que posto para a batalha das últimas oito rodadas e promete superação até o minuto final. 

Fortaleza: Corinthians (F), Ceará (C), CSA (C), Internacional (F), Santos (C), Goiás (F), Fluminense (F) e Bahia (C)

Ceará: Internacional (C), Fortaleza (F), Chapecoense (F), São Paulo (C), Flamengo (F), Athletico/PR (C), Corinthians (C) e Botafogo (F)

Fortaleza 2x2 Atlético/MG

André Luís
A principal queixa é o omissão do árbitro de vídeo (VAR) no lance, que poderia gerar nova expulsão ao Galo Thiago Gadelha / SVM

O atacante André Luís foi derrubado na entrada da área por Igor Rabello, aos 38 do 2º tempo. Falta clara e, acima de tudo, que resultaria em expulsão do defensor. Algo marcado? Apenas amarelos distribuídos para Ceni e Wellington Paulista por reclamação, enquanto o Galo deixava tudo igual no minuto seguinte.

Palmeiras 1x1 Ceará

Lance
O lance em Bergson determinou a anulação do gol alvinegro reprodução

Após bombardear a meta alviverde, o Vovô conseguiu o empate aos 41 do 2º tempo. Bergson se desvencilhou da marcação e achou Felipe Silva, que só empurrou para o fundo da rede. O bandeirinha marcou impedimento, que foi validado pelo VAR. Ninguém discute com a olhor da máquina, no entanto, o frame é tão milimétrico que deixa suspeitas. O especialista Paulo Cesar de Oliveira, da Central do Apito, na Rede Globo, alegou que o frame analisado pode ter sido equivocado, já que o atleta que está com a bola toca no momento que o centroavante está em posição regular.