Vivências & Práticas III

A literatura em geral é farta em registros da busca incessante pela convivência com o bom – contudo, nem sempre é tão factível no dia a dia. Felizmente, é fácil constatar o previsível desconforto que este cenário nos possibilita - sua complacência com a inesgotável flexibilidade. 

Aceitarmos o político, com sua atuação medíocre e projetos inatingíveis e inaceitáveis. De outra parte, nesta mesma perspectiva aceitamos o péssimo jornalista e a limitação dos seus veículos de comunicação com a verdade. 

Esta lista, aparentemente, não tem fim e pode incluir – se apertarmos o nível de exigências – os péssimos e insensatos jogadores de futebol; os péssimos músicos com suas produções, igualmente indesejáveis. Faça um esforço adicional e inclua as produções musicais e aí também você vai se deparar com situações comprometedoras. As dez músicas mais tocadas, companhias aéreas e assim sucessivamente. Afinal, nós é que contribuímos para eventual degradação deste e de outros e importantes fornecedores de bens e serviços. Assim creio, está mais do que na hora de começarmos a reverter essas expectativas – parece já ter passado a hora. Contudo, vale a pena o seu alcance. 

Neste sentido, me aproprio do adágio popular sugerindo que repitamos seguidas vezes “o ótimo é inimigo do bom”, será um começo desejável em relação às verdades do mercado. Assim, quando você desejar avançar no nível de exigências, em relação a sua demanda - comece por considerar as perspectivas ora sugeridas. A história é rica em iniciativas com estas características que concretizam o alcance dos seus objetivos, segundos os pressupostos ora considerados – tendo como motivação o alcance da metas. A proposta operacional ora sugerida concretiza o seu alcance, segundo os pressupostos considerados enquanto estratégia factível – segundo o nível de exigências que devem se inserir na estratégia considerada.

Claudio Montenegro
Administrador