Derradeiro ato patriótico

Nos regimes políticos, evidentemente, exceção às ditaduras,  o aperfeiçoamento político-administrativo reveste-se de incansável intento, a melhorá-los: em destaque a democracia. É, dessa forma, que se faz visível e firme a constatação de que é neste regime  em que se dá o mais significativo respeito ao humano; garantindo-lhe e preservando direitos básicos à qualidade de vida e ao progresso nacional.

Apesar desse desiderato altruísta ser causa primeira do almejado progresso social, tornando-se real e, em consequência, de outros setores, há quem diga e sustente que essa tão desejada qualidade social não se faz sentir a não ser nos regimes em que o estado seja o seu único proporcionador. Pode até ser que, sob o ponto de vista bélico-tecnológico, essa assertiva se possa ver sensata. Mas, convenhamos: só com a preservação de direitos mínimos às populações, é que estas se tornam engrandecidas, libertas, produtivas e saudáveis. A história comprova esse fato.

No resguardo de princípios ensejadores da qualidade humana, sobre outros itens, que devem servir de amparo à maturidade e desenvolvimento que almeja, é que as nações estão umbilicalmente vinculadas, por sua origem, vinda da vontade humana, sem qualquer outro viés.

Oxalá, mesmo com seus princípios políticos, mas zelando e prestigiando o humano, os governos dispensassem de sua legislação tudo o que dissesse sobre vedação ao bem-estar social; prioridade maior a suplantar normas frias de administrações, nunca substitutas da natureza humana e de suas prioridades.

Criaram-se modelos de Governo, substitutos de outros, mas ineptos à satisfação humana, como se o Estado fosse o único responsável pelo progresso das nações. Poderia isso, sim, ter inclusa a liberdade humana, na sua aspiração de participar de seu amadurecimento, e de seu país: seria uma sensatez! 


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