Crise e oportunidade

Neste cenário de pandemia, que redundou numa crise econômica, política, ética, moral e social, provocando a alta do dólar, a inadimplência crescendo e o índice de desemprego lá em cima, fazem com que os consumidores fiquem confusos e não saiam às compras, e com isso, o faturamento cai e as despesas básicas deixam de ser pagas. 

Diante de tal assertiva, as empresas para vencerem esses obstáculos, e a continuarem vivas, têm de ser ágeis no atendimento ao cliente, pois não existe mais espaço no mercado para empresa lerda, tem de ser rápida nas respostas e o consumidor não pode esperar para muito tempo para concluir sua compra. 
O cliente tem de ser tratado com cortesia, ou seja, dar especial atenção qualquer pessoa que adentrar na loja é essencial; boa vontade, ou melhor, demonstrar real empenho nas soluções dos problemas dos clientes; orientação segura, procurar informar corretamente o comprador, porquanto com a chegada da tecnologia da comunicação - através do computador, internet, fibras óticas, as fronteiras dos países foram rompidas, provocando mudanças radicais no relacionamento com os consumidores, que se tornaram bem informados e exigentes, forçando o profissional de vendas ser mais um consultor do que aquele vendedor tradicional regido por velhos e obsoletos paradigmas que não mais funcionam. Com isso, os lojistas do mundo inteiro estão viajando para as cidades que ofereçam grandes mudanças no mercado, na busca de novas ideias. 

Finalmente, companheiros empresários, entendam que a crise é uma oportunidade de mudança. Ela nos ensina a sair da zona de conforto e inovar e fazer mais com menos. É como disse Albert Einstein: “É na crise que se aflora o melhor de cada um” 

Pensem nisso, e logo se adaptarão e vencerão, por certo, as crises, desafios, guerras, violências, concorrências e tudo enfim. 

Antonio Cruz Gonçalves 

Empresário


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