Ceará sob o impacto da violência

Em uma fase assinalada por inomináveis atos de violência, o Ceará vem de vivenciar instantes de perplexidade e hediondez, tendo o Governo Estadual repelido, com o indispensável apoio do Poder Central, toda crueldade sucessivamente posta em prática, durante vários dias, exigindo do governador Camilo Santana e toda sua equipe reação enérgica e eficaz, amparado, também de forma decisiva, pela Força Nacional, enviada através do ministro Sérgio Moro e pelos estados da Bahia, Piauí, Rio Grande do Norte, além de Brasília, em gestos de solidariedade, diante das atrocidades cometidas, incessantemente, por falanges organizadas para confrontar o Poder Constituído.

O próprio presidente da República, Jair Bolsonaro, fez questão de manter-se a par das inqualificáveis agressões que causaram mortes de inocentes e prejuízos incalculáveis a veículos e prédios públicos, igualmente, perdas de vidas preciosas, numa conjuntura dantesca, que não pode mais repetir-se, nem aqui, nem alhures.

Em outras áreas geográficas do território nacional, já ocorreram episódios semelhantes, nenhum talvez com a persistência e elasticidade de atos delituosos, como os registrados na Capital e em vários recantos do nosso vasto território, mesmo após medidas severas, aplicadas estrategicamente pelas autoridades incumbidas de restabelecer a ordem e a tranquilidade dos nossos conterrâneos.

Ultrapassados esses momentos de angústia e barbaridades, confia-se em que o Poder Público, em todos os níveis da segurança pública, mantenha-se vigilante para impedir fatos tenebrosos, que deixam revoltada e intranquila a população alencarina.

Que a nossa Capital se fortaleça para inadmitir sequenciados assaltos, espraiados por várias comunas interioranas, também acossadas ferozmente. “E oremos para que volte a paz no ceio de Abraão”.


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