aeroporto

Anac reajusta taxas de armazenagem de cargas no Aeroporto de Fortaleza em até 10,6%

Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores. Segundo a concessionária do Aeroporto de Fortaleza, os novos valores já estão em vigor.

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As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

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A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



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A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



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A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

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A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

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A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

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A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

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A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

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A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

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A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

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A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

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A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



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A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

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A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

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A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

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A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

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Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

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A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

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A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



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A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

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A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



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A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

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A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

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A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

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A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



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De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

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A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

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A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

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A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

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O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

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A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



As taxas de capatazia e armazenagem de cargas em aeroportos foram reajustadas em até 10,6% na última quarta-feira (22) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conforme portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU). Aumento deve impactar custos de importadores e exportadores do Estado.

A taxa de capatazia é referente ao manuseio e movimentação e movimentação das cargas, especificamente do trânsito. Já taxa de armazenagem se refere ao tempo e à estadia da carga dentro dos aeroportos. Ambas são tarifadas de acordo com o peso bruto das mercadorias.

De acordo com especialista da área, a ANAC estabelece o teto do encargo para não haver abuso nas cobranças, mas cada aeroporto tem taxa própria. Segundo a Fraport, as taxas que sofreram reajuste foram as destinadas à exportação e importação.

O empresário Thomas Reeves, diretor comercial da Naturayo, exporta rosas para Europa, Estados Unidos e Japão pelo aeroporto. Ele aponta que qualquer aumento de impostos é negativo para o segmento.

A gente compete diretamente com alguns outros países produtores, o mercado é muito competitivo e a gente tem que ser extremamente eficiente. Então, o aumento de custos assim só tendem a influenciar negativamente”.

De acordo com Thomas, não é possível dizer ainda se os valores serão repassados para o preço final, é a negociação com cada cliente que vai determinar se os preços serão absorvidos pela empresa.

Novos valores

A tarifa de capatazia da carga importada registrou um aumento de 10,4%, quando o valor mínimo cobrado era de R$ 13,59 e passa a ser R$ 15,01.

A tarifa de armazenagem e capatazia da carga importada aplicada em casos especiais aumentou 10,5%, também custava R$13,59 e chega a R$ 15,02.

A tarifa de capatazia da carga importada em trânsito teve reajuste de 10,5% e passou de R$ 67,95 para R$ 75,13.

A última alteração aconteceu na tarifa de armazenagem e capatazia da carga destinada à exportação, que sofreu reajuste de 10,6%, que antes era R$ 5,44 e chega a R$ 6,02.



DANIEL PRACIANO 12 de Janeiro de 2020