Turismo: promoção de destinos locais mirando retomada no País

Cerca de 20 instituições preparam ações de estímulo a viagens pelo Brasil

Legenda: Valorização de destinos brasileiros é principal medida do grupo que representa cerca de 8% do PIB
Foto: Foto: JL Rosa

De olho na retomada do turismo no Brasil, cerca de 20 instituições se reuniram para promover destinos nacionais na expectativa de que os viajantes optem por conhecer o Brasil após a liberação de todos os equipamentos turísticos do País. Reunidos na hashtag #ViajePeloBrasil, os envolvidos no projeto representam 8% do Produto Interno Bruto (PIB) do País e são liderados pelo CEO do Beach Park.

"Nosso objetivo com a campanha é despertar o desejo do viajante brasileiro, para quando for possível, optar por viagens próximas, inicialmente no seu estado, e quando possível, pelo Brasil. Ajudando a impulsionar o turismo doméstico e a economia nacional como um todo", afirma o presidente do Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat) e CEO do Beach Park, Murilo Pascoal.

Via Sindepat, ele articulou ações com Abav, Abear, Abeoc, Abeta, ABIH, Abla, Abracorp, Abrape, Abrasel, Adibra, AIRTKT, Aviesp, Avirrp, BLTA, Braztoa, FBHA, Fenathoa, Fohb, Foreventos, Resorts Brasil, Sindepat, Ubrafe, Unedestinos e do Movimento Supera Turismo Brasil, que representam os segmentos de parques e atrações, hotéis, resorts, agenciamento de viagens, companhias aéreas, eventos, bares e restaurantes, destinos entre outros.

Engajamento

Unidas, as entidades do trade turísticos devem iniciar ações de estímulo para os viajantes brasileiros, mesmo que no período em que parques e atrações em geral não estejam autorizados a funcionar. Com a promoção de diversos locais pelo País, desde serras, florestas e praias, eles esperam estar mais presentes na memória dos turistas quando as viagens forem retomadas.

Com isso, bares e restaurantes, hoteis e pousadas, eventos e feiras e parques temáticos esperam alcançar a mesma pujança vista até o Carnaval deste ano, quando o turismo brasileiro ainda não tinha sido abatido pelos efeitos da crise deflagrada pela pandemia do novo coronavírus.