Taxa de desemprego no Ceará cai a 11% no fim de 2017, diz Ipece

No primeiro trimestre do ano passado, a taxa havia chegado ao nível histórico de 14,3%

As taxas de desocupação (desemprego) do Ceará e do Brasil seguiram uma tendência declinante ao longo do ano passado, sobretudo no Ceará. No quarto trimestre de 2017, o desemprego no Estado ficou em 11%, representando um recuo de 3,3 pontos percentuais com relação à máxima atingida de 14,3% no primeiro trimestre do ano.

O dado consta no Termômetro do Mercado de Trabalho – 4º trimestre/2017 – nº 02 – fevereiro, divulgado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), órgão vinculado à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) do Governo do Estado. O trabalho tem como autor Daniel Suliano, analista de Políticas Públicas, e colaboração de Aprígio Botelho, assessor Técnico.

De acordo com Daniel Suliano, o desemprego ainda se encontra em patamares elevados, considerando a mínima histórica alcançada no quarto trimestre de 2014. "O influxo de pessoas Fora da Força de Trabalho para a Força de Trabalho não permitiu uma queda ainda mais intensa do desemprego no estado", observa, acrescentando que a retomada cíclica da economia, desde o início de 2017, tem elevado a busca por ocupação elevando o tamanho da Força de Trabalho e reduzindo em um ritmo mais lento o número de desocupados no Estado.

A taxa de desocupação mede uma pressão direta sobre o mercado de trabalho de pessoas sem trabalho, que procuraram trabalho e estão disponíveis para começar a trabalhar imediatamente.

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