Cesta básica de Fortaleza registra deflação de 2% em julho

No mês, Fortaleza apresentou a 10ª cesta básica mais cara entre as capitais brasieliras pesquisadas

Legenda: A queda foi influenciada pelo preço da banana, que caiu 8,74% no mês, além do feijão (-7,73%) e o tomate (-3,39%)
Foto: Natinho Rodrigues

O fortalezense teve que gastar um pouco menos para garantir a alimentação básica em julho. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o conjunto de 12 produtos que fazem parte da cesta básica de Fortaleza registrou deflação de 2,06% no sétimo mês do ano, custando R$ 454,74.

Em junho deste ano, a cesta básica de Fortaleza havia registrado inflação de 2,01%.

A queda foi influenciada pelo preço da banana, que caiu 8,74% no mês, além do feijão (-7,73%) e o tomate (-3,39%). Foram observadas altas em sete produtos, com destaque para o arroz (3,31%), o leite (2,63%) e a farinha (2,20%).

  • Produtos com altas em relação a junho: arroz (3,31%), leite (2,63%), farinha (2,20%), açúcar (1,57%), óleo (1,50%), manteiga (0,57%) e café (0,19%);
  • Produtos com reduções em relação a junho: banana (-8,74%), feijão (-7,73%), tomate (-3,39%), pão (-1,65%) e carne (-0,81%);
  • Jornada necessária para comprar a cesta básica: 95 horas e 44 minutos;
  • Percentual do salário mínimo líquido para compra dos produtos da cesta: 47,04%.

No semestre encerrado em julho e nos últimos 12 meses encerrados em julho, entretanto, a cesta básica ainda registra inflação de 4,93% e 5,03%, respectivamente, indicando que a alimentação básica em julho estava mais cara do que em janeiro de 2020 (R$ 433,39) e que em julho de 2019 (R$ 432,96).

No mês, Fortaleza apresentou a 10ª cesta básica mais cara entre as capitais brasieliras pesquisadas. O maior valor foi observado em Curitiba (R$ 526,14), enquanto o menor valor foi apurado em Aracaju (R$ 392,75).

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