Tecnologia vira aliada dos países para conter alcance da Covid-19

Dos robôs para evitar contato humano aos drones para vigiar medidas de isolamento social, nações adotam diferentes técnicas no combate à pandemia

A tecnologia tornou-se um dos instrumentos para acelerar ações de combate ao Covid-19. Em diferentes países, a principal demanda para o tratamento de pessoas contaminadas tem sido o uso de respiradores, porque o vírus causa dificuldade para respirar.

Algumas empresas de automóveis já anunciaram que devem passar a produzir respiradores, em parceria com instituição especializada em equipamentos médicos. Além disso, a impressão em 3D tem sido estudada como alternativa para suprir a necessidade de peças para os respiradores.

A empresa Isinnova, por exemplo, já projetou e produziu, usando impressoras 3D, válvulas para respiradores utilizados para tratamentos intensivos na Itália.

Para evitar a disseminação do novo vírus, a medida mais eficiente tem sido o isolamento social. Ao redor do mundo, são mais de 2,6 bilhões de pessoas instadas a se confinar em casa, seja por meio de determinações de confinamento obrigatório, toque de recolher ou quarentena.

Na Rússia, o sistema de reconhecimento facial tem sido utilizado para vigiar o cumprimento do isolamento, enquanto em países europeus e asiáticos, os drones reforçam na população a necessidade de ficar em casa. E para tentar aproximar apesar da distância causada pelo isolamento, entram em ação os robôs. Usados para muitas funções - como desinfecção, entregas e cuidados hospitalares -, eles também fazem vídeochamadas e ajudam a manter os contatos em meio à pandemia.

Drones, robôs, impressão 3D, além de pesquisas científicas, são alguns instrumentos usados em diversos países como arsenal no combate à Covid-19. O objetivo é ganhar tempo na proteção e vigilância à doença

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