Migração da América Central para EUA registra queda de 75%

Representantes dos Estados Unidos, da Costa Rica e do Panamá, além dos ministros de Segurança dos países do Triângulo Norte da América Central (Guatemala, El Salvador e Honduras), participaram da XII Conferência Regional de Segurança, em Honduras

Legenda: Da esquerda para a direita: o estadunidense Chad Wolf, o presidente hondurenho,Juan Orlando Hernandez e o ministro da Segurança de Honduras, Julian Pacheco
Foto: AFP

A migração "irregular" dos países do norte da América Central para os Estados Unidos foi reduzida em mais de 75% desde maio de 2019, segundo o secretário interino de Segurança dos estadunidense, Chad Wolf. A informação foi divulgada nessa quinta-feira (20), em Honduras, na XII Conferência Regional de Segurança.

O evento reuniu, além de Wolf, ministros de Segurança dos países do Triângulo Norte da América Central (Guatemala, El Salvador e Honduras) e representantes da Costa Rica e do Panamá.

O funcionário acrescentou que os esforços entre os Estados Unidos e os países da América Central para melhorar a segurança e a prosperidade econômica são positivos.

Wolf estimou que os esforços conjuntos resultaram na redução das taxas de homicídios nos países dessa parte do continente e disse que a Corporação Internacional de Financiamento ao Desenvolvimento, uma instituição pertencente ao Banco Mundial, está comprometida em apoiar o crescimento econômico da região.

Os migrantes que partiram em caravanas de Honduras no fim de 2018 e no início de 2019 e 2020 argumentaram que estavam fugindo da insegurança e da falta de oportunidades nos países do norte da América Central.

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