Ex-assessor de Trump, Roger Stone, é preso por caso envolvendo russos na campanha presidencial

Aliados de longa data do presidente dos EUA, ele enfrenta sete acusações, entre elas adulteração de testemunhas nas investigações

Roger Stone, ex-assessor do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, foi indiciado e preso, nesta sexta-feira (25), no âmbito da investigação do possível conluio entre a equipe de campanha do presidente eleito em 2016 e a Rússia, informou a imprensa local. 

Stone foi acusado pelo promotor especial Robert Mueller em sete processos, incluindo obstrução de um procedimento oficial, falsos testemunhos e manipulação de testemunhas, segundo o jornal The New York Times e outros meios de comunicação citando fontes do gabinete de Mueller. 

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Histórico

Stone enfrentou escrutínio por seu apoio a Trump durante a campanha presidencial de 2016, quando ele deu a entender que tinha conhecimento de dados obtidos por hackers que poderiam envergonhar os democratas, incluindo a rival de Trump para a Casa Branca, Hillary Clinton.

Promotores norte-americanos, no indiciamento, disseram que Stone havia "enviado e recebido numerosos e-mails e mensagens de texto durante a campanha de 2016, na qual ele discutiu a Organização 1, seu chefe e a posse de e-mails invadidos".

A Organização 1 não foi identificada nos documentos do tribunal, mas corresponde à descrição do Wikileaks, que é dedicado à publicação de informações secretas e confidenciais fornecidas por fontes anônimas.

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