Ceará contabiliza 273.743 casos confirmados de Covid-19 e 9.344 mortes pela doença

Mais de 233 mil pessoas já são consideradas recuperadas da doença em solo cearense.

O Ceará registra 273.743 casos confirmados de Covid-19 e 9.344 mortes por Covid-19 ate as 16h50 desta sexta-feira (30), conforme a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa). Os dados divulgados na plataforma IntegraSUS contabilizam ainda 49.493 casos e 601 mortes suspeitas em investigação.

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, em março, já foram aplicados 964.960 teste para detectar o vírus Sars-Cov-2 na população cearense. A taxa de letalidade da doença pandêmica em território cearense é está em 3,4%. Nas últimas 24h, a Sesa registrou uma morte em razão da Covid-19. No entanto, 233.710 pessoas são consideradas recuperadas da Covid-19.

Ainda de acordo com a plataforma digital da Sesa, a taxa de ocupação dos leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) está em 61,21%, enquanto a taxa de Enfermarias está em 32,1%.

Destaque

Os municípios cearenses com maiores incidências de casos confirmados da Covid-19 são Acarape (12.887,7), Frecheirinha (10.865,5), Crateús (8. 187,9), Groaíras (7.264,2) e Quixêlo (6.947,7).

Na Capital, foram notificados 55.527 diagnósticos positivos da doença e 3.912 mortes. Fortaleza, que já foi o epicentro de Covid-19 no Estado, tem incidência de 2.080,2.  

Juazeiro do Norte, no Cariri, é a segunda cidade com o maior número de casos confirmados, com 16.192. O município acumula um total de 298 mortes e tem incidência de 5.905. Sobral registra 12.578 casos positivos e 314 óbitos. A incidência de contaminação no local está em 6.020,1.

Na Região Metropolitana de Fortaleza, a cidade com mais diagnósticos positivos de Covid-19 é Maracanaú (7.479), considerado o quarto município com mais casos. A cidade tem um total de 254 óbitos e incidência de 3.281,9. Crato, na região caririense, permanece na quinta posição com 7.294 infectados, 98 mortes e incidência de 5.520,6.

Os números divulgados pela Secretaria da Saúde são atualizados permanentemente e fazem referência à disponibilidade dos resultados dos testes para detecção da presença do vírus, ou seja, não necessariamente correspondem à data da morte ou do início da apresentação dos sintomas pelo paciente.

 

 

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