Adotado por policiais, cachorro faz treinamento para atuar na segurança de Fortaleza

A ação aconteceu nessa sexta-feira (10) no Comando de Policiamento com Cães (CPCães)

Legenda: Resgatado das ruas, o animal nunca havia passado por treinamento antes.
Foto: Foto: Reprodução

Adotado por uma equipe de policiais do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur), da Polícia Militar do Ceará (PMCE), em dezembro do ano passado, o cachorro vira-lata Major K-9 participou de um treinamento no Comando de Policiamento com Cães (CPCães). O "curso" aconteceu nessa sexta-feira (10) e teve objetivo de treinar o cão para auxiliar os agentes em ações de segurança de Fortaleza. 
 
Pelas redes sociais do BPTur, os policiais compartilharam uma foto do momento e agradeceram a receptividade da CPcães com o animal, que também teve acesso à rotina da Companhia de Rondas Ostensivas com Cães (Roca). 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Depois da parte teórica, vamos para a prática! Se eles não querem ser do bem, vamos ser mau com eles! Pra cima deles! CHOQUE! SELVA! @cpcaes.pmce

Uma publicação compartilhada por Major K-9 (@majork9oficial) em

 
Resgatado das ruas, Major nunca havia passado por treinamento antes e divide a rotina diária ao lado dos policiais, estando presente em dois postos de policiamento no bairro Mucuripe, localizados na Avenida Beira-Mar e em frente ao Parque Bisão.
 
Cachorro policial
 
O animal foi resgatado por um tenente da PM ao comover a população e a corporação por se emocionar ao ver viaturas passando. Segundo o soldado Dayves Estevam, 32, um dos responsáveis pela adoção do cachorro, a relação do cão com a Polícia Militar já dura há mais de um ano. “Nós acabamos criando uma afeição por ele. Passa o dia lá com a composição, trabalhando com os agentes, avisando quem chegar perto”, diz.
 
Major aprendeu sozinho a maneira como se comportar nas diligências realizadas pela equipe, segundo Dayves. “Vendo a gente fardado, ele se auto adestrou. Ele raciocinava que a gente tava abordando, prendendo o suspeito, então ele entendeu que o suspeito poderia ser uma ameaça para o policial. Até quando a gente algemava o suspeito para ir para a delegacia, ele saía atrás, correndo.”

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