Vice do Inter reclama de torcida no Castelão; Fortaleza diz que presentes tinham autorização

Situação ocorreu neste sábado (19), na vitória tricolor por 1 a 0 pela Série A do Campeonato Brasileiro

Legenda: O Fortaleza venceu o Inter na Arena Castelão por 1 a 0 neste sábado (19)
Foto: Thiago Gadelha / SVM

A derrota do Internacional para o Fortaleza, neste sábado (19) pela Série A do Campeonato Brasileiro, gerou reclamação dos gaúchos por suposta presença de público nas arquibancadas da Arena Castelão. Ao término do jogo, o vice-presidente do clube colorado, Alessandro Barcelos, alegou que a falta de fiscalização da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) permitiu que o time cearense tivesse torcedores presentes no estádio.

"A arbitragem foi ruim, para não dizer mais. O pênalti foi pênalti, no mínimo igual ao pênalti do Rodinei, a arbitragem foi ao VAR e tomou uma pressão aqui. Um jogo sem coordenação maior da CBF. Tinha mais de 80 pessoas nas arquibancadas do Ceará e isso é inadmissível", afirmou em entrevista coletiva.

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Parte das manifestações no Castelão foram captadas pela transmissão da partida. Por meio de nota oficial, o Fortaleza explicou que "vem cumprindo com todo o protocolo estabelecido pela CBF em dia de jogos". O clube informou também que a "relação com todos que trabalham em dia de jogos é enviada para a CBF e conferida atentamente na checagem que acontece na Arena Castelão para a distribuição dos crachás de acesso".

O vice-presidente tricolor, Marcello Desidério, utilizou as redes sociais para reforçar que todos os presentes eram colaboradores da equipe e, consequentemente, torcem pela instituição. O gestor ainda ressaltou que as alegações dos gaúchos eram apenas pelo resultado adverso dentro de campo. "Nome disso: choro de perdedor. Tem que respeitar o adversário. Engolir o choro e aceitar a vitória legítima do outro", publicou.

A presença de público em partidas de futebol no Estado do Ceará está vetada por decreto estadual desde 14 de março, quando os primeiros casos de Covid-19 foram registrados em solo cearense. Nos bastidores, os clubes projetam o retorno para outubro, embora não haja aceno do governador Camilo Santana (PT) sobre a questão.

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