Técnico da Ponte Preta classifica pressão do Fortaleza em casa como 'atmosfera de Série A'

Partida acontece nesta sexta-feira (26), às 20h30, na Arena Castelão

A Ponte Preta vive o seu melhor momento na Série B. Após amargar um jejum de sete jogos sem vencer, que culminou com a demissão do técnico Marcelo Chamusca, a diretoria da Macaca trouxe Gilson Kleina, que ganhou todas as partidas que disputou no certame desde então: CRB, CSA e Figueirense. Nesta sexta-feira (26), na Arena Castelão, às 20h30, a equipe encara o líder Fortaleza para manter os 100%, e o comandante classificou a pressão das arquibancadas como uma decisão da 1ª divisão. 

"Vamos enfrentar o líder, uma equipe muito regular dentro do campeonato, uma atmosfera de Série A, diante de uma arena lotada. Mas se tem um momento para a gente emplacar a quarta vitória é agora, com os pés no chão, tentando manter nossa identidade. Temos que manter a ambição e saber que ainda temos muito o que crescer no campeonato", finalizou.

Na 8ª posição com 46 pontos, 14 de distância do Tricolor de Aço, a Ponte tem como meta encerrar o Campeonato Brasileiro dentro do G-4 e garantir o acesso. Com mais de 31.539 ingressos vendidos para o confronto e restando apenas seis jogos para o encerramento do certame, Kleina alertou que os atletas precisam ter concentração para manter o foco na Capital cearense.

"Nesse clima (estádio lotado), a gente vai fazer tudo para blindar nossos jogadores jovens, mas eles também precisam começar a calejar. Neste momento precisam ter ambição com a camisa da Ponte para a gente poder trabalhar sempre nesta atmosfera. Acho que isso vai diferenciar o jogador para este tipo de jogo. Um jogo de quilate altíssimo com as duas equipes buscando seus objetivos e claro a gente fortalencendo e buscando mais o nosso", declarou.

No entanto, para frear o ímpeto do Leão em casa - melhor mandante com 12 vitórias em 16 jogos -, o treinador vai precisar mexer em algumas peças da equipe titular. Kleina não conta com o volante Lucas Mineiro, suspenso pelo acúmulo de cartões, além dos meias João Vitor e Bruno Ramires, que seguem no departamento médico.  

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